domingo, 30 de outubro de 2011

Jesus vai ao McDonald's.


JESUS VAI AO McDONALD’S.

Resenha de Natalino das Neves[a]
[a] Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista do Paraná
 e Mestrando em Teologia pela Pontificia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), 
Curitiba, PR - Brasil,
e-mail:natalino.neves@ig.com.br
ROSSI, Luiz Alexandre Solano. Jesus vai ao McDonald’s: teologia e sociedade de consumo. São Paulo: Fonte Editorial, 2008.



Luiz Alexandre Solano Rossi é doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), mestre em Teologia pela Faculdade do Instituto Superior Evangélico de Estudos Teológicos (Isedet) em Buenos Aires, e pós-doutor em História Antiga pela Unicamp e em Teologia pelo Fuller Theological Seminary – Califórnia. Autor de vários livros, dentre eles “Crônicas Urbanas”, que recebeu o Prêmio Areté/2005 da Associação de Editores Cristãos. É membro da Academia de Letras de Maringá e Cidadão Benemérito de Maringá. Possui experiência docente em Bíblia Hebraica/Antigo Testamento, Sociologia e Filosofia.

A obra de Rossi aqui resenhada é resultado do pós-doutorado realizado no EUA, cuja apresentação é feita por Norman Gottwald, uma das maiores autoridades em teologia dos Estados Unidos. O tema é tratado em quatro capítulos, dos quais os dois primeiros ressaltam questões teológicas presentes no Livro de Jó. Para isso, faz uma contextualização do livro que discute a origem do sofrimento do pobre e demonstra que por trás do que ele chama de antiteologia está uma grande influência do poder dominante (Império Persa e líderes religiosos de Israel), que faz uso da teologia sapiencial da época para disseminar a Teologia da Retribuição com objetivo de manter o status quo.

Essa teologia formava as pessoas para não questionar, mas se submeter aos desígnios cuja responsabilidade era atribuída a Deus, como forma de dominação. Apresenta Jó como um personagem não literal, figura dos camponeses que eram explorados pelo Império Persa e pelos líderes religiosos de Israel. Utiliza os discursos de Jó e seus “amigos”, representantes da teologia sapiencial dominante, para demonstrar as contradições existentes e a forma “revolucionária” como Jó busca a sua emancipação, questionando a “antiteologia” disseminada até então e da qual ele também era vítima. Essa abordagem conduz ao questionamento da possibilidade de existência de uma religião gratuita, bem como evidencia a necessidade da emancipação das pessoas que são dominadas por uma sociedade de barganha, da famosa negociação do “toma lá, da cá”.

[...] Com essa abordagem, o autor faz um vínculo dessa teologia com a sociedade de consumo da atualidade. Trabalha com o conceito da teologia de consumo, cujos “consumidores” vão à compra em busca de experiências espirituais inovadoras, com resultados rápidos, com “quantidade” e menos esforço, prontas e acabadas, com isso sendo facilmente controlados. Faz uma analogia dessa com o sistema comercial do McDonald’s, que se baseia em quatro dimensões explicitadas pelo autor: eficiência, calculabilidade, previsibilidade e controle. Afirma que essas dimensões estão presentes nas práticas religiosas dos representantes da Teologia da Prosperidade como instrumentos na relação do poder, beneficiando seus líderes, que não se interessam pelos fiéis, mas pelo sistema de poder que os monopolizam.

Afirma que a forma como vemos a história influencia na teologia e nas práticas teológicas, podendo colocar Deus como representante do poder opressor e não como o aliado do pobre e sofredor. Argumenta que o sofrimento de Jesus na cruz é uma demonstração de que Deus não está afastado do sofrimento da humanidade e que é a partir dessa realidade que o ser humano poderá se libertar das estruturas de dominação, que também foram questionadas por Jesus no ministério terreno. Destaca que Deus faz a escolha pelo pobre e, principalmente, pela vida, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

A mercantilização da sociedade tem moldado práticas religiosas e prestado serviço à desumanização. Rossi apresenta uma série de dados estatísticos que comprovam o progressivo distanciamento dos ricos e pobres, e desafia a participação da teologia na mudança dessa realidade por meio da valorização do ser e não do ter. A teologia que deveria conter o desejo desenfreado e atuar em defesa pela vida, em vez disso, no caso da Teologia da Prosperidade, alimenta esse desejo e privilegia a “morte” (desumanização). Conclui ressaltando que a teologia que Jesus pregava é a da solidariedade, da vida em comunidade, simples e sem excesso de consumo.

O autor trata de um assunto sério e preocupante, porém de forma acessível, pois não apresenta termos de difícil compreensão, o que torna a leitura fácil e agradável. Recomendo a leitura desse livro a todo cristão, principalmente para a liderança, pois as maiores conseqüências da aplicação dessa teologia ainda estão por vir, sendo necessária uma conscientização e atitude por parte dos cristãos sérios, que se preocupam com a propagação de um evangelho genuíno e em favor da vida. O discurso de Jesus continua a ecoar: “Eu vim para que tenham vida e vida em abundância”.

Rev. Pistis Prax., Teol. Pastor., Curitiba, v. 2, n. 1, p. 233-235, jan./jun. 2010

Nota: Esta resenha, (JESUS VAI AO MCDONALD.S) não representa o pensamento deste blog ou de qualquer igreja do  Movimento da Ciência Cristã. Parte dela foi publicada, com o objetivo de refletirmos sobre a importância do estudo da Bíblia em seu contexto histórico, para alcançarmos o significado espiritual das Escrituras.


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Leia de 1 Tim. 6:6, 17-19:

"...grande fonte de lucro é a piedade 
com o contentamento.

Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento;

que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir;

que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida."


"Ao discernir os direitos dos homem, 
não podemos deixar de prever o fim de toda opressão. 


A escravidão não é a condição legítima do homem. 


Deus fez livre o homem. 


Paulo disse: “Nasci livre”. 
Todos os homens deveriam ser livres. 
“Onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade”.

Cidadãos do mundo, 
aceitai a “liberdade da glória dos filhos de Deus”,
e sede livres!
Esse é vosso direito divino.

Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras
Mary Baker Eddy

domingo, 12 de junho de 2011

A Bíblia e a historicidade dos fatos.

A Bíblia e a historicidade dos fatos.
 
Ildo Bohn Gass 
biblista, leigo católico.

O presente artigo faz parte do livro Porta de Entrada,
o primeiro de oitos volumes da coleção Uma introdução à Bíblia.
Exemplar da Bíblia de Gutenberg.        
 A Bíblia não é um livro de ciências
e nem um livro de história.

Assim como os livros da Bíblia não são livros de ciência, assim também não podemos lê-los simplesmente como livros de história. A Bíblia é como um espelho em que, através da história do povo hebreu, está refletida a história da humanidade. Eis por que identificamos quase espontaneamente situações que o povo de Israel viveu com situações que estamos vivendo hoje. Assim também identificamos personagens da Bíblia com personagens de nosso tempo, como se Caim e Abel, Abraão e Sara, Moisés e o Faraó, Jeremias e Amós continuassem no meio de nós.



A Bíblia é interpretação da história.


O Papiro Rylands é o fragmento mais antigo
do manuscrito do Evangelho de João, ca. 125 a.C.


Nem tudo o que está narrado nos livros da Bíblia conhecidos como históricos aconteceu do jeito como está escrito. É que, mais do que fazer uma descrição dos fatos como se fossem filmagem, as Escrituras interpretam a história, a vida. Descrevem a experiência de Deus que as pessoas e o povo fazem. Por isso, é correto dizer que, ao estudarmos um texto bíblico, estamos na verdade interpretando uma interpretação.

Na Bíblia, há várias interpretações
da mesma história.
 

Dentro da própria Bíblia tem diferentes interpretações a respeito da mesma história. Por exemplo, a história da tomada da terra narrada no livro de Josué não é a mesma que está narrada no livro dos Juízes. Para exemplificar, veja como em Josué se afirma que toda a Terra Prometida já estava libertada das mãos dos reis (Js 11,23; 21,43-45). Porém, logo adiante, no livro de Juízes, se afirma que ainda faltava muito por conquistar (Jz 1,21.27-35).

Para entender estas diferenças, é importante ter presente que foi um longo processo que essas histórias percorreram até serem fixadas na forma escrita como as temos hoje. Cada texto tem sua intenção teológica. São interpretações diferentes e até contraditórias dos mesmos fatos históricos.

Há, inclusive, uma evolução na reflexão teológica, como se pode perceber, por exemplo, na atribuição dos males que vêm em prejuízo do povo.

Um caso é o recenseamento que o rei Davi fez (2Sm 24,1-15). No v. 10, nos é dito que realizar o censo é pecado. Certamente é pecado, porque parecia querer limitar o poder de Deus, a quem pertence o poder sobre a vida das pessoas. Também é pecado, porque visa fornecer ao rei o número de pessoas para poder melhor explorá-las através dos impostos e para saber o número de homens aptos a serem recrutados para a guerra (v. 9). Quando este texto é escrito, pensava-se ainda que Deus era também o autor do mal. Por isso, diz no v. 1 que foi Deus que incitou a Davi para que fizesse o censo. Quando, séculos mais tarde, o mesmo fato é contado novamente, já houve uma evolução na reflexão teológica em Israel. Agora, o mal já não vem mais de Deus, mas vem de Satã (1Cr 21,1).


A Bíblia nasceu aos poucos.


Como podemos ver, a Bíblia é um livro que nasceu aos poucos. Nasceu da vida de um povo que tentou ser fiel a Deus presente no cotidiano.

Antes do texto escrito vêm experiências vividas pelas mais diferentes pessoas e em lugares variados. Todas essas experiências foram sendo contadas, recontadas durante muito tempo. Só então a memória virou texto.

Sobre os mesmos fatos foram surgindo diferentes tradições de acordo com o meio onde eram narradas, recontadas e escritas. Na cidade, nos palácios e no templo a reelaboração era de um jeito. No campo era de outro. Cada qual de acordo com seus condicionamentos, interesses, limites e horizontes.

Aos poucos, as tradições foram agrupadas dentro de narrativas ou conjuntos maiores, adquirindo um novo colorido, fornecendo respostas novas a novas necessidades, até o texto chegar à sua redação final como o temos hoje.


A Bíblia não quer transmitir os fatos,
mas a intenção, a mensagem a partir dos fatos.


Além disso, a Bíblia não descreve uma história "factual", mas "intencional". O mais importante não é o "fato" em si, mas a "intenção" que o autor quer transmitir. Consequência disso é que a pergunta certa a ser feita ao texto bíblico não pode ser: "o fato foi ou não foi assim?", mas sim: "qual a intenção de quem escreveu o texto?", ou: "o que o texto quer dizer?", ou ainda: "qual sua mensagem?".

Para exemplificar o que acabamos de refletir, lembremo-nos da estória de Caim e Abel (Gn 4). Aqueles que lêem esse texto como fato histórico não conseguem explicar de onde veio a mulher de Caim, quando naquele momento, se lemos o texto ao pé da letra, apenas existiam Adão, Eva e Caim. Se, no entanto, vamos ao texto em busca da intenção do autor, do sentido do texto, certamente encontraremos uma resposta.


A Bíblia não é fotografia nem filmagem,
mas raio-X, isto é, revela a vida por dentro.


A Bíblia não apresenta fotografias ou filmagens dos acontecimentos. Sua interpretação dos fatos vai além das aparências, da cara, da fachada. Por isso é melhor compará-la com um raio-X, isto é, a Bíblia nos revela o sentido profundo que está dentro dos fatos, por trás das palavras. Revela a presença misteriosa de Deus na vida, na história, nas pessoas.

Mais do que uma história de fatos, a Bíblia contém teologias da história. São diferentes maneiras de perceber a presença de Deus nos fatos, das suas maravilhas na vida de seu povo. O que lhe interessa é a pulsação da presença de Deus nas veias dos acontecimentos. A comunidade israelita faz como que "pinturas" e, às vezes, quadros diferentes de uma mesma realidade. Assim acontece com as duas "pinturas" da criação, logo no início do livro do Gênesis.

Compare a primeira narrativa da criação (Gn 1,1-2,4a) com a segunda (Gn 2,4b-25) e perceba como o povo da Bíblia pinta dois quadros muito diferentes para revelar o sentido profundo da vida. A primeira reflete a situação de sofrimento do povo no exílio da Babilônia ao redor de 550 a.C. A segunda, ao relatar o plano de Deus para a criação e a humanidade, retrata como o povo alimentava sua esperança na época da opressão do rei Salomão ao redor de 950 a.C.


A Bíblia nos quer revelar a presença
amorosa de Deus na vida.


Continuando a usar imagens para comparar as Escrituras, poderíamos dizer ainda que a Bíblia é como um binóculo. Quando ficamos olhando para ele, nós só enxergamos ele mesmo, o binóculo. Porém, quando olhamos através dele, vemos o horizonte de outro jeito, com outra perspectiva. Assim também é a Sagrada Escritura. Olhando à distância, ela parece um livro qualquer. Mas se olhamos através dela, aquilo que está por trás das palavras, atrás da lente desse "binóculo", então percebemos sua intenção, que é revelar a presença amorosa de Deus na vida, nos acontecimentos.


Deus se manifestou no passado
e continua se manifestando no presente.


Uma coisa que nos deixa com um pé atrás em relação à Bíblia é a facilidade e frequência com que se diz que Deus apareceu e falou com alguns personagens como Noé, Abraão e Sara, Agar e Jacó, Rebeca e Moisés, Elias e tantos outros. Será que apareceu cara a cara e falou com sua voz? Ora, sabemos que Deus não tem cara e sua voz não vibra no ar. Mas também sabemos que, para comunicar nossas experiências mais profundas, temos que usar imagens. Nós, que temos fé, sabemos que Deus está invisivelmente presente em nossa vida, conhecemos os traços do seu rosto e escutamos sua voz, sobretudo em momentos decisivos.




O  povo tem razão quando diz: "Deus te ouça!", "Deus te guarde!", "Vai com Deus!" e outras expressões que manifestam a presença atuante de Deus em todos os nossos passos. Só podemos falar de Deus através de imagens e figuras.



Nota: Este artigo não representa o pensamento deste blog ou de qualquer igreja do  Movimento da Ciência Cristã. Foi publicado com o objetivo de refletirmos sobre a importância do estudo da Bíblia em seu contexto histórico, para alcançarmos o significado espiritual das Escrituras. 
































domingo, 24 de abril de 2011

FOTOS DA ABERTURA E CULTO DE TESTEMUNHOS DA 1ª OFICINA BÍBLICA DE FÉRIAS - 2011.


REUNIÃO DE ABERTURA DAS ATIVIDADES













                                       CULTO DE TESTEMUNHOS
    









                                                

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"OFICINA BÍBLICA DE FÉRIAS - 2011: NOTÍCIAS



OFICINA BÍBLICA DE FÉRIAS:

 “Como estudo a Lição-Sermão”.




Pousada Monte Crista
Garuva, Santa Catarina, Brasil.
07, 08, 09, 10 e 11 de janeiro de 2011


OBJETIVOS

Geral:
● Apreciar o significado do alcance da visão de Mary Baker Eddy ao prover um sistema de Lição-Sermão semanal, para o estudo da Bíblia.

Específicos:
● Refletir sobre a necessidade do estudo das Lições Bíblicas, como forma de adquirir compreensão acerca de Deus e a habilidade prática de demonstrar o Cristo, a Verdade;

● Explorar a possibilidade de aprofundar o estudo da Lição-Sermão, na busca do significado espiritual da Bíblia, conhecendo melhor sua estrutura básica e narrativas, para adquirir uma noção clara e coerente dos ensinamentos nelas registrados;

● Propor novas perspectivas para o estudo, individual e coletivo, das Lições Bíblicas da Ciência Cristã.

OFICINA: local de produção coletiva, onde se considera as diferentes visões, de seus participantes, sobre determinado assunto. Capaz de gerar reflexão pode promover o desenvolvimento de aptidões e estimular desempenho, ao possibilitar que cada um perceba suas potencialidades. Podendo resultar em transformação, individual e coletiva, tomada de decisões e proposição de metas.


   


 Material do "Arauto da Ciência Cristã" - Edição em Português -
edição de novembro de 2010.



Mensagem
07/01/2011

   Professor Orlando Trentini, CSB.


Para Edésio Ferreira Filho, Mario Schroeder

Bom dia Edésio e Mário:

Parabéns pela realização deste encontro muito importante sobre a Lição Bíblica.

No meu site, tem dois artigos sobre o estudo da Lição Bíblica. É muito importante este estudo diário para o progresso individual e coletivo.

A Lição Bíblica é um tratamento. Por isso a sua leitura com atenção, com vigor, com convicção contribui para que este tratamento seja ativo e produza resultados bons para quem le e para quem ouve, e até onde alcançarem os pensamentos dos leitores.

A experiência do Mario e outros membros da Primeira Igreja, Joinville, de lerem a Lição Bíblica várias vezes por semana, o que é A IGREJA VIVA EM AÇÃO, foi publicada no Arauto e agora está no Christian Science Journal.

O fato de o Mario estar com seu nome no Arauto como praticista é outro fato importante é ele que pode dizer o quanto o estudo diário da Lição Bíblica contribuiu para ele chegar a ser praticista e agora praticista listado nos periódicos da Ciência Cristã.

Um grande abraço para vocês e todos os participantes deste encontro que muito vai contribuir para o fortalecimento e crescimento da Ciência Cristã. Muito obrigado ao Edésio e a todos os presentes.

A Adélia e eu não poderemos estar presentes, e explico:


Bom Dia Amigos
da Diretoria da Arco Iris:

Estou saindo para São Paulo até as 8 h.

Vai a Adélia e a irmã mais velha a Maria José, que tem casa aqui perto da nossa (ela alugou).

Vamos buscar o filho dela que faz seis anos saiu para estudar no Sudã, África. Formou-se como advogado internacional, também ele agora é Cheick Omar de Aquino, e casou com uma Sudanesa, que estudou em Londres.

O Omar se converteu do catolicismo para o Islam aqui em Juiz deFora. Tem uma comunidade aqui, e eles pagaram a passagem dele e parte dos estudos na Universidade de Khartoum, Sudão. Omar vai ser o líder religioso aqui em Juiz de Fora.

Eles chegam hoje às 17h30min em Guarulhos, SP, pela Qatar Airways. Recebemos o casal e vamos voltar até a cidade de Aparecida do Norte. Maria José é muito católica. E conhece uma irmandade católica que recebe hóspedes a um preço bem econômico. A Maria José tem dois livros Ciência e Saúde. Um que ela recebeu da praticista Kate Meier, no RJ. Ela já leu o livro e diz para todos que é muito bom e que Mary Baker Eddy é uma profetiza. Ela previu coisas que iriam acontecer como "o homem olhar das estrelas em vez de para as estrelas."

Assim para voltar seremos dois Cientistas Cristãos, dois muçulmanos, e um católica, todos em perfeita harmonia, respeito.

Mundo interessante em que vivemos, e no Brasil todos vivemos juntos e nos damos bem.

Amanhã de manhã, dia 8, de Aparecida eu vou de ônibus para SP, e eles continuam viagem para Chácara. Vou direto para a Segunda Igreja. Para a reunião das 16 h com a Wendy e com a Diretoria da AAI. [Wendy é a instrutora que vem da Suíça para dar o 2º. Estagio aos Enfermeiros da Ciência Cristã, que vai começar no dia 10 até 21, e nos dias 22 e 23 haverá uma workshop de treinamento para os quatro alunos, e para isto chega mais uma orientadora da Suíça. Como Presidente da Arco Iris, tenho de estar presente.]

Domingo estarei na Segunda, pois tenho reunião da Diretoria depois do culto. À tarde vou fazer uma visita aos Yamiuqui,a mãe faleceu recentemente. E à noite volto de ônibus para Juiz de Fora.

Bem Estimado Edésio, sou muito grato por tuas iniciativas e de levar em frente à ação que se faz necessária e sob a inspiração do Amor divino. As nossas muitas atividades é prova de crescimento da causa da CC em língua portuguesa.

Sou muito, muito grato a você e ao Mario por sua firme contribuição ao nosso Movimento que é uma luz para o mundo.

Um grande abraço para vocês e para todos os participantes deste encontro, onde eu muito queria estar presente, mas desta vez não foi possível.

Por favor, avisar o Nzinga Gonga e sua esposa, e estou muito feliz que eles vão estar neste encontro, assim como o pai, Antonio Gonga, já vê reflexos deste encontro alcançarem Angola, através da presença deste jovem casal. Avisar ao Nzinga que ele deve passar na Segunda Igreja e falar com o Sr. Francisco, que eu deixei um pacote para ele, que seu pai Antonio Gonga enviou para ele. Transmitam para ele as minhas boas vindas para ele e sua esposa a este encontro de fé e de fortalecimento.

Com carinho e uma grande expectativa, estarei com vocês em oração, e com todos em meu coração.

Trentini




APRESENTAÇÃO DO
RELATÓRIO DE ATIVIDADES


Curitiba, 11 de janeiro de 2011.


Prezados Amigos

Quando, em 1894, Mary Baker Eddy presenteou o mundo com as Lições-Sermão, publicadas no Livrete Trimestral da Ciência Cristã, deu um passo de suma importância para a educação espiritual da humanidade. Comprovado nas curas, resultantes do seu estudo diário, obtidas por seus estudantes, desde a época de sua instituição até os dias de hoje.

Foi para celebrar o Cristo sanador, presente no trabalho de cura das pessoas que introduziram a Ciência Cristã no Brasil, estudantes destas Lições Bíblicas, é que o "Acampamento Paranaense para Cientistas Cristãos e seus Amigos” – Raio de Sol no Paraná, realizado em Mandirituba-PR, em janeiro de 2007, escolheu como tema do evento a frase escrita por Mary Baker Eddy em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: “Os tempos vindouros terão de contar o que o pioneiro realizou”.

Na ocasião, um grupo de cientistas cristãos do Brasil e uma representante do Chile, refletiram sobre as qualidades espirituais vividas por estes pioneiros. Utilizando depoimentos enviados por igrejas e sociedades de Ciência Cristã. Além do “Histórico dos primórdios da Ciência Cristã ou Christliche Wissenschaft no Brasil” escrito, para a ocasião, pelo Professor Orlando Trentini, CSB (texto disponível em http://www.trentinicsb.com/ .

Somos imensamente gratos, pelas orações e o estímulo recebido de cientistas cristãos e amigos que perceberam a pertinência do tema e dos objetivos do referido acampamento. Acreditaram no trabalho dos coordenadores, conselheiros, colaboradores e palestrantes. Prestigiando o evento, participando dele ou colaborando financeiramente para que outras pessoas pudessem estar presentes.

Durante este evento, colocando em prática sugestão de pessoas presentes no I e II Encontro de Amigos Cientistas Cristãos, o primeiro realizado na cidade de Guarapuava – PR, em fevereiro de 1998 e o segundo em Chácara - MG, em fevereiro de 1999 (FOTOS DESTES EVENTOS NESTE BLOG), foi criado o Acampamento Itinerante Peabiru - http://WWW.acampamentopeabiru.blogspot.com, “...destinado a promoção, de forma cooperativa, de eventos para fortalecer laços de amizade entre cientistas cristãos, jovens e adultos, da América Latina. Através do estudo da Bíblia, atividades culturais e de lazer”.

Para iniciar, suas atividades, o Acampamento Itinerante Peabiru realizou a Oficina Bíblica de Férias: “Como estudo a Lição-Sermão”. Nos dias 07, 08, 09, 10 e 11 de janeiro de 2011, na Pousada Monte Crista, município de Garuva, próximo da cidade de Joinville, em Santa Catarina, Brasil.

Neste evento, os campistas inscritos e visitantes apreciaram o significado do alcance da visão de Mary Baker Eddy, ao prover um sistema de Lição-Sermão semanal, para o estudo da Bíblia, das quais “... a prosperidade da Ciência Cristã grandemente depende” (Manual da Igreja, p. 31).

O título da Oficina Bíblica - “Como estudo a Lição-Sermão”, foi emprestado da série de artigos, de mesmo nome, do Arauto da Ciência Cristã, publicada no ano 1975. Onde diferentes pessoas ao relatarem a maneira como realizavam o estudo da Bíblia, delineado nestas Lições, nos leva a entender que explorá-las em profundidade resulta, na mesma proporção, em discernimento espiritual e poder protetor.

Pensando deste modo, cientistas cristãos compartilharam suas experiências sobre o estudo deste meio prático e indispensável de auto educação na Ciência Cristã. Além daqueles, que apresentaram resultado de estudo feito individualmente sobre temas relacionados a estas Lições Bíblicas.

No encerramento das atividades, os presentes reunidos na Assembléia de Tribos(equipes: Aser, Dã, Gade e Judá), deliberaram que a próxima atividade do Acampamento Itinerante Peabiru será realizada no estado de Minas Gerais - Brasil.

Foi sugerido como tema, para ser estudado, o “Cristianismo Primitivo”, tendo como referencia o objetivo da organização da "Igreja de Cristo, Cientista" ("Church of Christ, Scientist", em Boston, MA - EUA), contido no “Resumo Histórico”, escrito no Manual da Igreja (p.17): ... “Organizar uma igreja destinada a comemorar a palavra e as obras de nosso Mestre, à qual cumpre restabelecer o cristianismo primitivo e seu elemento de cura, que se havia perdido”.

Agradecemos a todos os estudantes da Ciência Cristã presentes na Oficina Bíblica, bem como as pessoas hospedadas na Pousada Monte Crista que se integraram ao grupo e suas atividades.

Nosso especial agradecimento a Primeira Igreja de Cristo, Cientista, de Joinville, que atenciosamente nos acolheu no culto dominical do dia nove de janeiro, e ao Praticista Mario Schroeder pelo carinho expresso a todos os campistas, durante sua participação nas atividades do Acampamento.


Cordialmente,

Acampamento Itinerante Peabiru
Para a Equipe de Cooperadores
Edésio Ferreira Filho



Breve histórico
sobre as Lições Bíblicas
da Ciência Cristã.

UMA FORMA DE SERMÃO REVOLUCIONÁRIO.


Não satisfeita com a forma de sermão, veiculado nas igrejas de sua época, onde a Palavra era interpretada a partir do entendimento de cada pregador. Depois de muitos anos de observação e oração, Mary Baker Eddy foi conduzida para estabelecer a Bíblia e Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras como único pastor de sua igreja.
Além disso, forneceu a Lição-Sermão, com 26 temas cuidadosamente indicados, como estrutura para selecionar passagens da Bíblia e de Ciência e Saúde.

Esta forma de sermão revolucionário, ao ser estudado a cada dia durante a semana, e lido como sermão - ponto central dos serviços religiosos de domingo, incentiva estudo da Bíblia e do livro texto diariamente, estimulando a participação ativa de seus estudantes nos culto de domingo.

O que é que pode sondar o infinito! Como deveremos anunciá-lo, até que, na linguagem do apóstolo, "todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo"?
Ciência e Saúde 519:18-22.

      Mary Baker Eddy

Mary Baker Eddy afirma, no Manual da Igreja Mãe, que da Lição Bíblica depende grandemente a “prosperidade da Ciência Cristã” (p.31), possuindo valor inestimável para os que buscam a Verdade (Mis. 114:1).

Estampa da capa do livro de poema
 de Mary Baker Eddy  "Cristo e o Natal".


1872: As primeiras Lições Bíblicas, que os Cientistas Cristãos estudavam, eram conhecidas como Lições Bíblicas da Escola Dominical Internacional (International Sunday School Bible Lessons), também chamada de Série International(International Series) publicado pela The Sunday School Society, organizada em 1791 na Filadélfia. Em 1872, na convenção da Sunday School Society, foi aprovado um plano para uniformizar as lições bíblicas para uso em estudos bíblicos das igrejas protestantes.

1879: entre 1879 e 1889 Mary Baker Eddy foi pastor da “Church of Christ, Scientist”. Durante este período vários alunos seus serviram como “pastores auxiliares”.


1888: pela primeira vez The Christian Science Journal inclui “notas”, sob o ponto de vista da Ciência Cristã, junto as Lições Bíblicas da Escola Dominical Internacional – intitulada “Lições Bíblicas”, escrito por Frank E. Mason, CSB, pároco (pastor auxiliar) da Igreja de Cristo (Cientista), em Boston. No início desta edição, apenas duas destas “notas”(Lições Bíblicas) eram publicadas por mês.


1889: em julho, a “International Series” (Lições Bíblicas da Escola Dominical Internacional), publicada no Journal, vem acompanhada de algumas referências ao livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy. A lição desta edição foi dividida em quatro temas, um para cada domingo do mês.

O mesmo periódico (Journal), na forma de aviso, explica que a The Christian Science Publishing Society (Sociedade Editora da Ciência Cristã) estava se preparando para emitir uma série de sermões sobre temas da Ciência Cristã, para uso nas reuniões de domingo.


Para isso, a Sra. Eddy nomeia uma comissão, de quatro pessoas (Julia Bartlett, Ira O. Knapp, William Johnson, Rev. Lanson Norcross), para prepararem comentários e notas, na forma de folheto, apresentando o ponto da Ciência Cristã em relação às Lições Bíblicas da Escola Dominical Internacional.

Esta iniciativa vai atender as igrejas onde não existia pastor. Pela primeira vez, em dezembro, a Lição Bíblica da Ciência Cristã aparece impressa separa do Journal. O objetivo deste material foi dar mais espaço para a publicação de artigos neste periódico.

1890: na edição de fevereiro, do Journal, o emblema - “ a Cruz e a coroa”, aparecem estampadas no folheto das “Lições Bíblicas” (“notas e comentários” relativos às Lições Bíblicas da Escola Dominical Internacional).

No Journal, do mês de março, um comunicado fala que na edição de abril as “notas e comentários” relativos às Lições Bíblicas da Escola Dominical Internacional serão publicados na forma de livrete trimestral.

Desta forma, é instituído o primeiro Livrete Trimestral da Ciência Cristã - The Christian Science Quarterly, Volume 1, Número 1, abril-maio-junho de 1890, com copiosas referências da Bíblia e passagens correlativas do livro Ciência e Saúde, selecionadas pela comissão de quatro pessoas, onde o nome de Frank E. Mason, CSB não aparece na publicação.

Somente mais tarde é que a Sra. Eddy introduz seus próprios temas. Um artigo do Journal, mês de maio, descreve uma experiência bem sucedida de seleções da Bíblia e Ciência e Saúde usadas no lugar de um sermão proferido por um pastor.


1891: A prática da leitura das "Lições Bíblicas" nos cultos de domingo tornou-se tão generalizada que, numa reunião da Associação de Cientistas Cristãos, em outubro, o tema entrou em pauta, havendo longa discussão, com registro a favor desta prática no lugar de sermões proferido por pessoas. Neste ano, para tornar uniforme os serviços religiosos das igrejas da Ciência Cristã, a Sra. Eddy introduz uma “Ordem do Serviço”, que incluía leituras da Bíblia e de Ciência e Saúde, na forma de sermão.

1894: A Sra. Eddy ordena, no dia 14 de dezembro, a Bíblia e Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras pastor d’A Igreja Mãe, A Primeira Igreja de Cristo Cientista, em Boston:

“Eu, Mary Baker Eddy, ordeno a BÍBLIA e CIÊNCIA E SAÚDE COM A CHAVE DAS ESCRITURAS Pastor de A Igreja Mãe, A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, em Boston, Mass., e eles continuarão a pregar para esta Igreja e para o mundo” (Manual da Igreja, p.58).


1895: Daisette McKenzie recorda-nos que a Sra. Eddy, antes de ordenar a BÍBLIA e CIÊNCIA E SAÚDE COM A CHAVE DAS ESCRITURAS Pastor d’A Igreja Mãe, vinha recebendo cópias de sermões, proferidos nas igrejas que Cristo, Cientista, onde não distinguia se o escritor destes textos era cientista cristão, espiritualista ou teosofista. Por isso, retirou-se em oração para saber o que fazer no intuito de solucionar este impasse. No final de três semanas recebeu a resposta, resolvendo o problema ordenando (Conhecemos Mary Baker Eddy, 1ª Edição, p.47-48): “a Bíblia e Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras pastor de todas os filiais d’ A Igreja Mãe” (publicado no Journal de abril).


 INÍCIO DO ACAMPAMENTO
1. Chegada dos Campistas





Da esquerda para a direita: José - proprietário da pousada,
Mário - Praticista de Joinville,SC e Meire - Campista de São Paulo, SP.











2. ABERTURA DAS ATIVIDADES E
CULTO DE TESTEMUNHOS:


Aconteceu no final da tarde de 7 de janeiro de 2011.
Ver fotos em slide, postadas em 24 de abril de 2011.




      3. DINÂMICA DE GRUPO:
        “COMO ESTUDO A LIÇÃO-SERMÃO”.

 

I.REUNIÃO DE TRIBO/EQUIPES:



Atividade:
1.Conheça a história de sua tribo

1.1 Identifique as características da tribo que empresta o nome para sua equipe;

1.2 Compare as característica de sua tribo, identificadas na leitura bíblica, com o significado espiritual do nome, definido por Mary Baker Eddy, no Glossário de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras.

1.3 O que foi estudado deve ser registrado, para ser apresentado, pelo representante de grupo, na Assembléia das Tribos.

2.Leia os textos da série “Como estudo a Lição-Sermão”, publicado em edições do Arauto da Ciência Cristã, ano de 1975, e reflita com seus companheiros sobre como as idéias neles contidos podem contribuir para repensar a maneira individual e/ou coletiva de estudar a Lição Bíblica semanal.

2.1 Registre as idéias relevantes que podem ser utilizadas no estudo individual e coletivo das Lições Bíblicas da Ciência Cristã (representante de grupo). Para ser apresentado na Assembléia das Tribos.

2.2 Cada componente da Tribo deverá compartilhar com seus companheiros suas experiências no estudo das Lições Bíblicas.




EXEMPLO DE MATERIAL
DISPONÍVEL PARA PESQUISA:

AS DOZE TRIBOS DE ISRAEL
 E SEUS SÍMBOLOS


Gênesis 49 nos diz que Jacó reuniu seus filhos para dar-lhes sua bênção final e declarar-lhes o que iria acontecer nos dias posteriores (profecias). O verso 28 começa assim: “Estas foram as doze tribos de Israel”. Estima- se que aproximadamente 400 anos se passaram entre o final de Gênesis e o começo do Êxodo. Então, não foram os filhos de Jacó, senão seus descendentes, aqueles que guiaram seu povo, através do deserto à Terra Prometida. Quando o povo se estabeleceu em Canaã, eles começaram a trabalhar e a fazer crescer as colheitas e tinham que se defender dos ladrões e dos exércitos invasores. Através dos anos, as distinções tribais foram se desvanecendo, enquanto que os israelitas cresciam como uma nação. Durante o tempo de Jesus, somente os levitas, a tribo sacerdotal encarregada do templo, mantinha um papel significativo na vida do povo.


                                                                        RUBEN
Apesar de ser o primeiro filho de Jacó, ele perdeu o direito à metade da herança e de liderar a família. Jacó disse, “Rúben, tu és meu primogênito, minha força, e as primícias do meu vigor, o mais excelente em poder, impetuoso como a água, não serás o mais excelente”. Gênesis 49:3-4.

SIMEÃO
Simeão era o segundo filho de Jacó. Ele e seu irmão Levi vingaram-se do príncipe que prejudicou a sua irmã. Eles roubaram as mulas, ovelhas e ainda mulheres e crianças de seu povo. O portal que está na bandeira representa a cidade de Siquém, onde Simeão mostrou sua crueldade. Jacó disse, “Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura..” – Gênesis 49:7, u.p.

LEVI
Levi foi o terceiro filho de Jacó, foi amaldiçoado junto com seu irmão Simeão. Jacó disse: “...Dividi-los-ei em Jacó, e os espalharei em Israel” –Gênesis 49:7 u.p. Posteriormente, os descendentes de Levi obedeceram a Moisés e se mantiveram firmes a Deus. Então Moisés lhes deu uma bênção especial e foram designados como sacerdotes - Êxodo 32:25-29. O desenho da bandeira apresenta o coração do peito (Efod) que usavam os sacerdotes israelitas. Cada pedra representa uma das tribos de Israel.

                                                                          JUDÁ
Crédito da imagens: cerâmicas de Socorro Torquato

O nome Judá significa “louvado”, um nome adequado para o quarto filho de Jacó. Judá foi um dos filhos favoritos de Jacó, um líder entre seus irmãos. Ele inclusive se ofereceu como fiador quando seus irmãos imploraram a José por grãos. Jacó abençoou a Judá dizendo: “Judá, teus irmãos te louvarão; a tua mão estará sobre a cerviz de teus inimigos, os filhos de teu pai se inclinarão a ti” – Gênesis 49:8. Por isso que a bandeira tem um leão – porque é o símbolo da força e do poder.

ZEBULOM
A Bíblia fala pouco de Zebulom. O livro de Gênesis nos diz de quão valentes e dispostos foram Zebulom e Naftali até de arriscarem suas vidas por causa de Deus. Zebulom era um esperto em combate. O símbolo para Zebulom é um barco porque Jacó abençoou a Zebulom dizendo, “Zebulom habitará na praia dos mares, e servirá de porto de navios...” – Gênesis 49:13

ISSACAR
Issacar foi um estudioso do Torá, enquanto seu irmão menor Zebulom trabalhava como comerciante para ajudá-lo nos estudos. A tribo de Issacar recebeu terras férteis entre duas montanhas. Em Gênesis 49:14-15, Jacó disse: “Issacar é um jumento de fortes ossos, de repouso entre os rebanhos de ovelhas. Viu que o repouso era bom, e que a terra era deliciosa; baixou os ombros à carga, e sujeitou-se ao trabalho servil”. O jumento nesta bandeira simboliza sua humildade e o trabalho duro do povo de Issacar.

                                               
O nome de Dã significa “juízo”. Sansão, a quem Deus abençoou com uma força maravilhosa, procedia da tribo de Dã. Jacó prediz que o povo de Dã se tornaria contra o povo de Deus. Jacó disse, “Dã será uma serpente junto ao caminho, uma víbora junto à vereda, que morde os talões do cavalo, e faz cair o seu cavaleiro por detrás” – Gênesis 49:17. Por isso vemos uma serpente na bandeira de Dã.

                                                                       GADE
Por causa dos inimigos que molestavam continuamente a tribo de Gade e como eles eram sempre os que conseguiam vencer o inimigo, esta tribo chegou a ser conhecida como a dos guerreiros ferozes. Ao pronunciar Jacó sua bênção disse, “Gade, uma guerrilha o acometerá, ... por sua retaguarda” – Gênesis 49:19. A barraca na bandeira simboliza um acampamento militar como uma lembrança da força militar de Gade.

                                                                             ASER
O nome Aser significa “feliz”. Aser foi um granjeiro agricultor. Sua tribo foi abençoada e ofereceu ajuda a Gideão e ao rei Davi. Jacó abençoou a Aser dizendo, “.. o seu pão será abundante, e ele motivará delicias reais” – Gênesis 49:20. A palmeira nesta bandeira simboliza os cultivos férteis de Aser.

NAFTALI
Sobre Naftali, em sua benção, Jacó disse, “Naftali é uma gazela solta; ele profere palavras formosas” – Gênesis 49:21. A profecia e a bênção se referem a ligeireza característica da tribo, que possuía a característica do cervo. A tribo de Naftali era rápida em despachar suas tropas para a batalha; diferente de outras tribos que permaneciam em suas terras.

JOSÉ
Mesmo sendo odiado por seus irmãos, foi o filho favorito de Jacó o qual recebeu bênçãos generosas. As tribos de Efraim e Manassés, descendiam dos dois filhos de José, que algumas vezes se lhes chamavam de forma conjunta, as tribos de José. Jacó disse, “José é um ramo frutífero, ramo frutífero junto à fonte... as bênçãos de teu pai excederão às bênçãos de meus pais até ao cimo dos montes eternos...” Gênesis 49:22,26 pp) por isso vemos o trigo como símbolo de fertilidade e prosperidade em sua bandeira tribal.

BENJAMIM
Jacó caracterizou a Benjamim como de uma atitude viciosa e guerreira, como o lobo de sua bandeira. Muitos benjamitas ferozes se registram durante os períodos da história israelita. Jacó disse, “Bejamim é lobo que despedaça, pela manhã devora a presa, e à tarde reparte o despojo” – Gênesis 49:27.



                       CAMPISTAS TRABALHANDO.













Algumas definições do Glossário do livro
 Ciência e Saúde
com a Chave das Escrituras,  
de Mary Baker Eddy,
referente a história  das Tribos de Israel.


Abraão. Fidelidade; fé na Vida divina e no eterno Principio de ser.

Filhos de Israel. Os representantes da Alma, não do sentido corpóreo; os descendentes do Espírito, os quais, tendo lutado contra o erro, o pecado e os sentidos, são governados pela Ciência divina; algumas das idéias de Deus vistas como homens, as quais expulsam o erro e curam os doentes; os descendentes de Cristo.

Jacó. Um mortal corpóreo que inclui duplicidade arrependimento, sensualismo. Inspiração; a revelação da Ciência, na qual os assim chamados sentidos materiais cedem ao sentido espiritual de Vida e Amor.

Gade (filho de Jacó). A Ciência; o ser espiritual compreendido; apressar-se rumo a à harmonia.

Aser (filho de Jacó). Esperança e fé; compensação espiritual; os males da carne repreendidos.

José. Um mortal corpóreo; um sentido mais alto da Verdade, que repreende a crença mortal, ou erro, e mostra a mortalidade e a supremacia da Verdade; afeto puro que abençoa os seus inimigos.

Judá. Uma crença corpórea material que progride e desaparece; aparecimento da compreensão espiritual acerca de Deus e do homem.

Levi (filho de Jacó). Uma crença corpórea e sensual; o homem mortal; negação da plenitude da criação de Deus; despotismo eclesiástico.

Issacar (filho de Jacó). Uma crença corpórea; o descendente do erro; inveja; ódio; egoísmo; obstinação; luxúria. Dã (filho de Jacó). O magnetismo animal; a assim chamada mente mortal que domina a mente mortal; o erro, que realiza os desígnios do erro; uma crença que faz de outra a sua presa.

Rubem (filho de Jacó). Corporalidade; sensualidade; engano; mortalidade; erro.

Benjamim (filho de Jacó). Crença física concernente à vida, à substância e à mente; saber humano, ou a assim chamada mente mortal, dedicada à matéria; orgulho; inveja; fama; ilusão; uma crença errônea; erro que se disfarça em possuidor de vida, força, animação e do poder de agir. Renovação dos afetos; holocausto de si mesmo; um estado melhorado da mente mortal; a introdução de uma origem mais espiritual; um lampejo da idéia infinita do Princípio infinito; um símbolo espiritual; aquilo que conforta, consola e sustenta.










II. ASSEMBLÉIA DAS TRIBOS – apresentações do resultado do estudo da dinâmica de grupo:

Atividades:
1. O significado do nome de sua Tribo;

2. comparação das características de sua Tribo, identificadas na leitura bíblica com o significado espiritual do nome de sua Tribo, definido por Mary Baker Eddy, no Glossário de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras;

3.Conclusões: apresentação de idéias relevantes que podem ser utilizadas no estudo individual e coletivo das Lições Bíblicas da Ciência Cristã - ”Novas perspectivas para o estudo, individual e coletivo, das Lições Bíblicas da Ciência Cristã”.

OBS: o material referente as conclusões será postado oportunamentre.

                                              Campistas apresentando
                           conclusões dos estudos

























5.BANHO NO RIO TRÊS BARRAS
8 de janeiro, sábado - tarde.



Caminho para o rio





                                Trecho do rio próximo a pousada.






















7. ATIVIDADE CULTURAL:

"Pai Nosso" em aramaico.
8 de janeiro, sábado - noite.




"Pai Nosso" em aramaico




O PAI NOSSO, texto comum aos evangelhos de Lucas (11: 2-4) e Mateus (6:9-13), escrito provavelmente nos 80 anos da era cristã.Fotos desta atividade cultural.
TEXTO

Mateus 6:9-13

1. Pai nosso que estais nos céus,

2. Santificado seja o Teu nome;

3. Venha o Teu Reino,

4. Faça-se a Tua vontade,

5. Assim na terra como no céu;

6. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.

7. E perdoa-nos as nossa dívidas,

8. assim como nós perdoamos

9. aos nossos devedores;

10. E não nos deixes cair em tentação;

11. mas livra-nos do mal;

12. Pois Teu é o reino,

13. o poder e glória,

14. para sempre.

15. Amém.

A mensagem destes evangelhos(Lucas e Mateus) refletem a catequese das igrejas primitivas, criadas por estes apóstolos de Jesus. Provavelmente, tem como fonte os autores de Marcos - coletâneas de parábolas, de curas e sobretudo sobre a paixão, morte e ressurreição.

Além da tradição oral sobre Jesus, um segundo texto conhecido como “Q”(primeira letra da palavra alemã Quelle - fonte), ausente no livro de Marcos, também foi utilizado para escrevê-los.

O livros de Lucas e Mateus insistem em apresentar Jesus como Messias mestre e sábio, combatendo o poder do mal com o poder de Deus.

PAI: nome pelo qual Jesus falava de Deus e com Deus; mais tarde identificado pelos cristãos como o primeiro dos dynameis (q.v.) da Trindade. É o primeiro artigo de fé do credo cristão: ”Creio em Deus Pai”.



PAI NOSSO EM ARAMAICO
E PROVÁVEL TRADUÇÃO

1. Abwun d’bwashmaya 
(Ó força Procriadora! Pai-Mãe dos Cosmos.)

2. Nethqadash shmakh
 (Focaliza Tua Luz dentro de nós,)

3. Teytey malkutha
(tornando-A útil.)

4. Nehwey tzevyanach aykanna
(Cria Teu reino de Unidade, agora)

5. d’bwashmaya aph b’arba
(O Teu desejo Uno atue então como o nosso,)

6. Hawvlan lachma d’sunqanan yaomana.
(assim como em toda luz e em todas as formas.
Dá-nos todos os dias o que necessitamos)
7. Washboqlan
(em pão e entendimento

8. (wakhtahayn) aykana daph
(Desfaz os laços dos erros que nos prendem,)

9. Khnan shbwoqan l’khayyabayn
 (assim como nós soltamos as amarras com)

10. Wela tahlan l’nesyuna
(que aprisionamos a culpa dos nossos irmãos.)

11. Ela patzan min bisha.
(Não permitas que coisas superficiais nos iludam)

12. Metol dilakhie malkutha
(Mas liberta-nos de tudo o que nos detém.)

13. Wahayla wateshbukhta
(De Ti nasce toda vontade reinante,)

14. L’ahlam almin.
(O poder e a força viva da ação,)

15. Ameyn.
(a canção que se renova de idade a idade
e a tudo embeleza.
Verdadeiramente – poder a esta declaração que
possa ser o solo da qual
 cresçam todas as minhas ações: Amém)


SIGNIFICADO ESPIRITUAL
do “Pai Nosso”.

por Mary Baker Eddy -
Ciência e Saúde com Chave das Escrituras,
16:27-14.

Nosso Pai-Mãe, Deus, todo harmonioso,
Único adorável.

O Teu reino já veio; Tu estás sempre presente.

Faze-nos saber que – como no céu,
assim também na terra – Deus é onipotente , supremo.

 Dá-nos graça para hoje; alimenta as afeições famintas;

E o Amor se reflete em amor;

E Deus não nos deixes cair em tentação,
 mas livra-nos do pecado, da doença e da morte.

Pois Deus é infinito, todo poder,
 todo Vida, Verdade, Amor;
está acima de tudo, e é Tudo.



Atividade de dança e música
com a letra do "Pai Nosso em Aramaico.














 
8. Culto Dominical:
Primeira Igreja de Cristo, Cientista, Joinville – SC - 9 de janeiro, manhã.



























 


9. ATIVIDADE CULTURAL

Visita:
Museu Nacional da Imigração.


Fotos



10. Ninguém dispensou a visita ao

Shopping do centro de Joinville.



Fotos

          



  Começando com a travessia do rio Três Barras.






























 Campistas em plena trilha na Mata Atlântica.


Jovem e adultos se apoiam e se divertem.




Banho em uma parte mais larga do rio Três Barras.

















Após o banho os campistas retornam para a trilha.



















Chegada dos campistas ao início da trilha.
Aproveitaram a oportunidade para outro banho de rio.







 
12. Palestras


12.1 Introdução a Bíblia.

Fotos



12.2  “A Lição-Sermão e sua aplicação
no ensino da Escola Dominical”.











12.3 A mulher no Israel tribal.
.





12.4 “Pioneiros da Causa”: 
William P. Mckenzie,
notas biográficas.

Fotos



13. Estudo da Lição Bíblica
no início da manhã:
dias 08, 10 e 11 de janeiro de 2011.




Incluir mais Fotos



Momentos de confraternização

Fotos



A chuva foi mais
um bom motivo para diversão.
10 de janeiro - 16 horas







“ As idéias da Mente infinita folgam e se divertem”.
Mary Baker Eddy











DOZE SINTOMAS DE PAZ INTERIOR

Autor desconhecido


1. Tendência de pensar e agir espontaneamente, ao invés de em medos baseados em experiências passadas.


2. Habilidade inconfundível para desfrutar cada momento.

3.Uma perda no interesse em julgar-se.


4. Uma perda no interesse em julgar os outros.

5.Uma perda no interesse em conflitos, caos e dramas.


6.Uma perda da necessidade de interpretação das ações dos outros.

7.Uma perda da necessidade em se preocupar. (Este é um sintoma muito importante).


8.Freqüente apreciação e gratidão de episódios vividos.

9.Sentimento de conexão com os outros e a natureza.


10.Freqüentes expressões de sorriso através dos olhos do coração.

11.Aumento suscetível de amor pelos outros bem como um incontrolável desejo de expandi-lo.

12.Uma tendência crescente para permitir que as coisas aconteçam ao invés de procurar fazê-las acontecer.

Acrescente outros sintomas a esta lista.





ENCERRAMENTO

Falta incluir mais material


Foi sugerido como tema, para ser estudado  na próxima Oficina Bíblica, o “Cristianismo Primitivo”, tendo como referencia o objetivo da organização da "Igreja de Cristo, Cientista" ("Church of Christ, Scientist", em Boston, MA - EUA), contido no “Resumo Histórico”, escrito no Manual da Igreja (p.17): ... “Organizar uma igreja destinada a comemorar a palavra e as obras de nosso Mestre, à qual cumpre restabelecer o cristianismo primitivo e seu elemento de cura, que se havia perdido”.