quarta-feira, 16 de julho de 2014

AS VIAGENS MISSIONÁRIAS DE PAULO

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2ª carta do Apóstolo Paulo aos  Corintios 11:25

 

fui três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado;

em naufrágio, três vezes; uma noite e um dia passei

na voragem do mar.

 

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As viagens missionárias de Paulo

 

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1. Gaza Filipe pregou a respeito de Cristo e batizou um eunuco etíope em seu caminho para Gaza (Atos 8:26–39).

2. Jerusalém Neste local encontava-se a igreja comandada pelos parentes de Jesus.

3. Jope Pedro recebeu a visão de que Deus concede o dom do arrependimento aos gentios (Atos 10; 11:5–18). Pedro levanta Tabita dos mortos (Atos 9:36–42).

4. Samaria Filipe ministrou em Samaria (Atos 8:5–13), e Pedro e João posteriormente ensinaram aqui (Atos 8:14–25). Depois de terem concedido o dom do Espírito Santo, Simão, o mágico, tentou comprar esse dom deles (Atos 8:9–24).

5. Cesaréia Neste local, depois que um anjo ministrou a um centurião chamado Cornélius, Pedro permitiu o mesmo que fosse batizado (Atos 10). Aqui Paulo defendeu-se perante Agripa (Atos 25–26)

6. Damasco Jesus apareceu a Saulo (Atos 9:1–7). Depois que Ananias restaurou a visão de Saulo, este foi batizado e iniciou seu ministério (Atos 9:10–27).

7. Antioquia (na Síria) Local onde os discípulos foram chamados de cristãos pela primeira vez (Atos 11:26). Ágabo profetizou fome (Atos 11:27–28). Grande desavença surgiu na Antioquia no que dizia respeito à circuncisão (Atos 14:26–28; 15:1–9). Na Antioquia Paulo iniciou sua segunda viagem missionária com Silas, Barnabé, e Jucas Barsabás (Atos 15:22, 30, 35).

8. Tarso Cidade onde Paulo nasceu; Paulo foi enviado para cá pelos líderes da Igreja para proteger sua vida (Atos 9:29–30).

9. Chipre Depois de terem sido perseguidos, alguns santos fugiram para essa ilha (Atos 11:19). Paulo viajou por Chipre em sua primeira viagem missionária (Atos 13:4–5), como fizeram Barnabé e Marcos posteriormente (Atos 15:39).

10. Pafos Paulo amaldiçoou um mágico nesse local (Atos 13:6–11).

11. Derbe Paulo e Barnabé pregaram o evangelho nessa cidade (Atos 14:6–7, 20–21).

12. Listra Quando Paulo curou o paralítico, ele e Barnabé foram recebidos como deuses. Paulo foi apedrejado nessa cidade e dado como morto, mas reviveu e continuou a pregar (Atos 14:6–21). Lar de Timóteo (Atos 16:1–3).

13. Icônio Em sua primeira missão, Paulo e Barnabé pregaram aqui e foram ameaçados de serem apedrejados (Atos 13:51–14:7).

14. Laodicéia e Colossos Laodicéia é um dos ramos da Igreja que Paulo visitou e do qual recebeu cartas (Col. 4:16). É também uma das sete cidades relacionadas no livro de Apocalipse (as outras são Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia; ver Apoc. 1:11). Colossos está a 18 quilômetros a leste de Laodicéia. Paulo escreveu aos santos que viviam aqui.

15. Antioquia (da Pisídia) Em sua primeira missão, Paulo e Barnabé ensinaram aos judeus que Cristo veio da semente de Davi. Paulo ofereceu o evangelho a Israel e depois aos gentios. Paulo e Barnabé foram perseguidos e expulsos (Atos 13:14–50).

16. Mileto Enquanto estava aqui, em sua terceira missão, Paulo advertiu os élderes da Igreja de que “lobos cruéis” entrariam no rebanho (Atos 20:29–31).

17. Patmos João era um prisioneiro nessa ilha quando recebeu as visões atualmente contidas no livro de Apocalipse (Apoc. 1:9).

18. Éfeso Apolo pregou aqui com poder (Atos 18:24–28). Paulo, em sua terceira missão, ensinou em Éfeso durante dois anos, convertendo muitas pessoas (Atos 19:10, 18). Aqui ele conferiu o dom do Espírito Santo pela imposição das mãos (Atos 19:1–7) e realizou muitos milagres, inclusive expulsar espíritos malignos (Atos 19:8–21). Aqui os adoradores de Diana levantaram um alvoroço contra Paulo (Atos 19:22–41). Parte do livro de Apocalipse foi dirigido à Igreja em Éfeso (Apoc. 1:11).

19. Trôade Enquanto Paulo estava aqui, em sua segunda viagem missionária, teve uma visão de um homem na Macedônia, pedindo ajuda (Atos 16:9–12). Enquanto estava aqui, em sua terceira missão, Paulo levantou Êutico dos mortos (Atos 20:6–12).

20. Filipos Paulo, Silas e Timóteo converteram uma mulher chamada Lídia , expulsaram um espírito maligno e foram açoitados (Atos 16:11–23). Eles receberam ajuda divina para escapar da prisão (Atos 16:23–26).

21. Atenas Paulo, enquanto em sua segunda missão para Atenas, pregou na Colina de Ares (Areópago) sobre “o deus desconhecido” (Atos 17:22–34).

22. Corinto Paulo foi para Corinto em sua segunda missão, e lá ficou com Áqüila e Priscila. Aqui ele pregou e batizou muitas pessoas (Atos 18:1–18). De Corinto, Paulo escreveu sua epístola aos romanos.

23. Tessalônica Paulo pregou aqui durante sua segunda viagem missionária. Seu grupo missionário partiu para Beréia, depois que os judeus ameaçaram sua segurança (Atos 17:1–10).

24. Beréia Paulo, Silas e Timóteo encontraram almas nobres para ensinar durante a segunda viagem missionária de Paulo. Os judeus de Tessalônica os seguiram e perseguiram (Atos 17:10–13).

25. Macedônia Paulo ensinou aqui durante suas segunda e terceira viagens (Atos 16:9–40; 19:21). Paulo elogiou a generosidade dos santos macedônios, que fizeram uma coleta para ele e para os santos pobres de Jerusalém (Rom. 15:26; II Cor. 8:1–5; 11:9).

26. Malta O navio de Paulo naufragou nessa ilha a caminho de Roma (Atos 26:32; 27:1, 41–44). A mordida de uma serpente não lhe causou dano e ele curou muitos que estavam doentes em Malta (Atos 28:1–9).

27. Roma Paulo pregou aqui durante dois anos em prisão domiciliar (Atos 28:16–31). Ele também escreveu epístolas, ou cartas, aos efésios, filipenses, e colossenses e a Timóteo e Filemom enquanto estava aprisionado em Roma. Pedro escreveu sua primeira epístola da “Babilônia”, que provavelmente era Roma, logo depois das perseguições de Nero aos cristãos, em 64 d.C. É crença geral que Pedro e Paulo foram martirizados aqui.

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quinta-feira, 3 de julho de 2014

PROGRESO EN LA CURACIÓN

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En 1933 y 1934 se organizó la Feria mundial de Chicago, conocida como “Un siglo de progreso”, como una sociedad no lucrativa en enero de 1928. Su finalidad era celebrar una feria mundial en Chicago en 1933.

La exposición “Un siglo de progreso” fue ideada como un centenario conmemorando la ciudad de Chicago y un testimonio de los logros científicos e industriales de ese tiempo.

Situada al sur de Navy Pier (Muelle De La Armada) en Chicago, Dicha exposición, "A century of Progress", tenía 112 ha a la orilla del Lago y estaba constituida por dos lagunas artificiales y Notherly Island.

La feria se inauguró el 27 de mayo de 1933 con el encendido de las luces con los rayos de la estrella Arcturus. Los rayos se concentraron en células fotoeléctricas en una serie de observatorios astronómicos y luego se transformaron en energía eléctrica que se transmitió a Chicago.

A diferencia de cualquier feria anterior, ‘A Century of Progress’ celebró el color y el alumbrado. La arquitectura de la feria se vio influida por la Gran Depresión de la época. Más que centrarse en la arquitectura, la feria se centró en el progreso científico y tecnológico y en los procesos de fabricación relacionados con ello.

La "A Century of Progress Exposition" fue un éxito sin precedentes y acogió a más de 48 millones de visitantes en los dos años que duró. Ofreció un vislumbre animador en un futuro materializado por la tecnología mientras honraba los logros del pasado. Fonte: Wikipedia

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Progreso en la curación 

Kate W. Buck

 

 

Charla dada en la Exposición Siglo de Progreso, en Chicago, Illinois

Fecha: 8 de octubre de 1934

 

La misma palabra curación nos recuerda el ministerio amoroso y sin igual de Jesús de Nazaret cuando recorría la tierra haciendo el bien. Nos gusta concentrarnos en la misión sanadora del Cristo, quien no solamente sanó toda forma de enfermedad entre la gente, sino que también sacó los pecados del mundo. Este bendito ministerio todavía continúa mediante las enseñanzas de la Ciencia Cristiana según las dio al mundo Mary Baker Eddy, y mediante la fiel aplicación de estas enseñanzas por miles de consagrados Científicos Cristianos en todo el mundo.

Jesús echó fuera creencias malas por la Verdad que estaba dentro de sí mismo; por eso si esperamos invocar al Cristo en los demás, tenemos que buscarlo y tener fe en él, de igual manera que debemos estar conscientes del Cristo, la Verdad, dentro de nosotros.

Se me dijo que iba a hablar informalmente, por eso creo que simplemente voy a entrar en confianza con Uds. esta tarde y a contarles algunas de las cosas que he aprendido de mi propia experiencia, porque esto va a ser más práctico y a mostrar mejor cómo funciona en realidad la Verdad, en lugar de meramente hablar sobre metafísica.

Mi deseo principal en todo lo que voy a relatarles, es demostrar la necesidad imperiosa de poner a Dios primero todo el tiempo, en todas partes, bajo toda condición. Podemos comenzar con la letra de la Ciencia Cristiana, pero no podemos tener éxito en la curación sin el Espíritu.

Naturalmente, estoy profundamente interesada en la labor sanadora, y he aprendido positivamente que no es la persona, el razonamiento humano ni la letra solamente lo que sana. Cuando una persona busca ayuda en la Ciencia Cristiana, si podemos declarar la Verdad de modo que entre en su conciencia y la acepte, su aceptación de la Verdad sana su propio cuerpo.

Mi curación en la Ciencia Cristiana fue muy lenta, porque recibí tratamiento durante nueve años antes que se manifestara la libertad que buscaba de severos ataques que me causaban mucho sufrimiento. La única ayuda que me prometieron los médicos fue una intervención quirúrgica, a la que nunca me sometí.

Creo que la lógica y la teoría de la Ciencia Cristiana me resultaron bastante claras al mes o dos de emprender mi estudio; pero confiar en ella y hacerla práctica me llevó años. Mirando hacia atrás, puedo ver razones por la demora de la curación. En primer lugar, yo creía férreamente en la realidad y el poder de lo que padecía. Por otra parte, también, quería ser sanada por encima de todo lo demás, y esto a veces resulta desastroso.

Invariablemente leía el libro de texto con la idea de ser sanada en mente. Cada vez que leía una declaración poderosa, a continuación pensaba que tal vez ella sería la que me sanara. Honestamente deseo alertar y prevenir a todos contra esa forma de pensar. Creía que los practicistas estaban perdiendo su tiempo cuando hablaban tanto de Dios, porque lo que yo estaba buscando no era una religión sino que deseaba liberarme del sufrimiento que me aquejaba. Otro obstáculo era que sentía una desesperada lástima por mí misma, y la conmiseración propia es un veneno.

Parece que algunas personas sanan rápidamente y alcanzan un sentido de lo que es Dios después. Otros son guiados o conducidos (tal vez divinamente) a encontrar primero un sentido de lo que es Dios. Yo pertenezco a la última categoría. Estoy profundamente agradecida por ello, por cada paso de progreso a lo largo del camino, por más difícil que me haya parecido, porque me ha aportado una comprensión más clara del significado de las palabras del Maestro: “Yo y el Padre uno somos” (Juan 10:30).

Esta es la herencia de todo hombre: conocer que Dios es la Vida y el Alma de cada uno de nosotros, y que a medida que expresamos el bien, estamos incluyendo o expresando a Dios, por ende, “yo y el Padre uno somos”, y este uno nos trae gozo. Yo en Ti y Tú en Mí, para que podamos ser un uno perfecto, no dos.

En el glosario de Ciencia y Salud hay una definición maravillosa de la Mente: “El único Yo, o Nosotros”. Si la Sra. Eddy meramente hubiera dicho: “El único Yo” hubiera incorporado un sentido de alejamiento, pero con tierna comprensión ella agregó “Nosotros”, es decir, Dios incluyendo a Su creación, Dios y el hombre, Alma y cuerpo, Principio e idea.

Como es de esperarse, yo siempre siento la más profunda compasión hacia aquellos que parecen tener que esperar para su liberación, porque sé las dificultades de la esperanza diferida, pero agrego que también sé mucho, muchísimo, de sus triunfos.

Hace unos años sucedió una curación que mostró lisa y llanamente cómo debe hacerse el trabajo. Un señor vino a mi oficina de practicista y me pidió simplemente que lo ayudara a conocer más a Dios y su relación individual con Él. No mencionó nada sobre la parte física y éso, como todo practicista bien sabe, es muy raro; sin embargo, en su rostro había un horrible e inflamado tumor, que había estado allí durante varios años y a cuya mención este señor era muy sensible. Pero en nuestra entrevista no se refirió a él. Ojalá yo pudiera decir que no vi esa cosa, no puedo decirlo con honestidad, pero puedo decir que lo perdí de vista. No me pidió tratamiento y no se lo di.

Pasamos dos horas hablando sobre Dios y el hombre, razonando y dándonos cuenta que el ser es el único Ser individualizado. Los dos sentimos la inspiración y elevación de la sincera y humilde comunión con Dios, lo mejor que sabíamos como sentirla. A la mañana siguiente me llamó por teléfono su esposa para decirme que muy temprano había escuchado un grito de su esposo y que corrió a ver lo que le pasaba, él simplemente dijo: “¡Mírame!”, no había nada en su cara.

En ese momento vi la manera en que se produce la curación verdadera. Se había olvidado lo físico y por cierto que yo no hice nada. No podemos admitir la existencia de algo y luego destruirlo, sino que cuando nos damos cuenta, aún en cierto grado, de la totalidad de Dios y la unidad del hombre con Él, no hay nada que sanar.

Lo sé por mi propia experiencia. No fue hasta que un día dejé caer el libro de texto y dije: “Bueno, si me curo algún día o no, ya no me importa, lo que puedo decir con certeza es que estoy encontrando a Dios como jamás lo conocí a Él antes”. Entonces mejores condiciones empezaron a manifestarse. Recurrí a la Ciencia Cristiana con el pensamiento de encontrar a Dios, en vez de procurar ser sanada; y el sufrimiento fue disminuyendo hasta que desapareció por completo.

Pensé menos en el cuerpo y naturalmente me molestó menos. Por eso aquí hay dos ejemplos que muestran el valor de buscar a Dios primero.

Con seguridad, todos deseamos, como practicistas, emular la fe del centurión que le dijo a Jesús: “solamente dí la palabra, y mi criado sanará” (Mateo 8:8). La palabra tiene que ser la verdad absoluta acerca de Dios y el hombre, inseparables e indivisibles.

El hombre es siempre el mismo, porque Dios es siempre el mismo; y para realizar nuestro trabajo, se nos ha enseñado a ver a un sólo hombre, la idea espiritual perfecta, que vive ahora en la mente de su Hacedor.

El hombre está bien cuando viene al practicista, y el hombre está bien cuando sale de la oficina del practicista. Nuestro trabajo es ver y refutar toda creencia que no alcanza la norma de la Verdad a la que nos estamos aferrando.

La Sra. Eddy nos dice que Jesús veía al hombre perfecto y que su punto de vista correcto acerca del hombre lo capacitaba para sanar al enfermo. Ésta, entonces, es nuestra autoridad para reconocer individualmente al hombre perfecto, totalmente aparte de las apariencias. Para citar a nuestra Guía, “exige absoluta consagración de pensamientos, energías y deseos”(Ciencia y Salud 3:17)

Quiero mencionar el tema de la oración eficaz. Me he habituado a leer las páginas 14 y 15 de Ciencia y Salud todos los días, lo he estado haciendo durante muchos años tratando de seguir las instrucciones. Leemos: “Enteramente separada de la creencia y del sueño de la existencia material, está la Vida divina” (14:25) Después la Sra. Eddy continúa diciendo que debemos entrar en nuestro aposento y cerrar la puerta, silenciar los sentidos materiales.

Podemos resolverlo simplemente así, después de aquietar el clamor de la mente mortal, podemos simplemente decir la palabra Dios, y descansar en ella por un rato. Después tal vez nos venga el pensamiento de que Dios está aquí, y que Dios es todo, entonces, nada más está aquí, ni enfermedad, temor, soledad, envejecimiento, limitación, etc.

Respecto a la oración, me parece oportuno acotar que en mi temprana adolescencia conocí a Philip Brooks, y él fue una poderosa influencia en mi vida. El otoño pasado, al revisar unos papeles viejos, encontré una carta de él, en la que me decía esto: “Pequeña, algún día dejarás los símbolos por las realidades.” Probablemente esto no significó nada para mí en esa época, pero cuando lo leí nuevamente el año pasado, fue como un rayo de luz.

Al poco rato abrí la Biblia en estas palabras de Jesús: “todo lo que pidiereis orando, creed que lo recibiréis, y os vendrá” (Marcos 11:24). Unir esto con el mensaje del Sr. Brooks, parece traer una interpretación nueva, a saber, que cuando oramos, creamos que lo recibimos en el mundo de la realidad y lo tendremos en el mundo de los símbolos.

He visto algunos problemas intrincados resolverse en el correr de este año sobre esta base. Cuando aceptamos con gratitud algo de lo que realmente tenemos en el reino de Dios, donde toda necesidad real del hombre está satisfecha, y al mismo tiempo nos proponemos firmemente no mirar a lo que aparece ante los sentidos materiales, nuestra conciencia de la abundancia del bien naturalmente se objetivará en el mundo de los símbolos.

La vista y el oído son dos cosas que han llegado con mucha fuerza a mi atención recientemente, debido a curaciones de las que he sido testigo en este campo, especialmente de sordera.

El pensamiento que me ha venido con mucha claridad es este: Sabemos que hay una cantidad de aire para respirar, una abundancia para todos, y todos usamos el mismo aire. El aire no sabe nada de lo que nosotros llamamos pulmones; los pulmones no saben nada del aire; ellos son los instrumentos por los que se utiliza el aire. Sucede algo similar con la vista y el oído. Ellos, también, llenan el universo como la luz y el aire. Estas cualidades existieron antes de que naciéramos de la carne (como se dice comúnmente). Son cosas que simplemente usamos con naturalidad.

Hay una abundancia de vista y oído para todos, y todos los usamos. La vista y el oído no saben nada de los ojos y las orejas; y los ojos y las orejas no saben nada de la vista y el oído. Son instrumentos mediante los cuales la vista y el oído se utilizan.

Ahora bien, el problema radica en que acudimos a este sentido universal de vista y oído y tratamos de apoderarnos de él y hacerlo nuestro. Al decir “mi vista” y “mi oído”, los separamos de lo que es universal. Por lo menos lo hacemos en creencia, ya que, por supuesto, no podemos hacerlo en realidad. Parece que los hacemos personales. Así se convierten en limitados y temporales.

Hace unos años, conocí a una niña en Pasadena, California, a quién se creía ciega. Le compraban juguetes costosos a los que no les prestaba ninguna atención, y parecía indiferente y que no veía nada. Sus ojos fueron examinados por oculistas de la costa del Océano Pacífico, pero no pudieron encontrar nada.

Finalmente sus padres contrataron a un celebrado oculista de Chicago, y vino a Pasadena. Después de un cuidadoso examen de los ojos de la niña, le dijo a la madre: “Señora, jamás he visto ojos en mejores condiciones”. La madre replicó: “Sí, pero Doctor, ella no ve” La respuesta fue: “No, porque no hay nada para registrar”. La niña tenía una deficiencia mental de algún tipo. Esto parece una fuerte prueba de que, no importa cuán perfectos puedan ser los ojos, sin la Mente o inteligencia, no hay visión.

Si hay personas que saben poco o nada sobre las enseñanzas de la Ciencia Cristiana, y desean saber más, les pediría que simplemente se concentraran en el pensamiento de Vida. La Vida está presente en todas partes, es universal,se expresa a través de todos nosotros. Ciertamente sabemos que vivimos. Así estamos expresando Vida, y debe ser una parte de la Vida universal, porque no hay otra. Toda Vida es Dios, entonces estamos expresando a Dios a pesar de nosotros mismos, por decirlo así, como mortales. Todo es muy sencillo. Simplemente Dios y todo lo que expresa a Dios, porque dondequiera que está el hombre, está Dios, porque el hombre es Su idea más elevada. Entonces eso es todo lo que existe en realidad, y esto establece un sentido de hermandad universal, amor imparcial, actividad constante del bien solamente. Tengan fe.

Deseo contarles otra historia de curación, tiene que ver con alguien que había estado enferma por mucho tiempo. Cuando una persona ha estado bajo tratamiento durante mucho tiempo, tiene la tendencia a hacer una realidad del problema físico. Esta mujer había acudido a la ayuda de muchos practicistas con sus ansiosas preguntas: “¿Puede Ud. sanar esto?” Los practicistas habían respondido de acuerdo a su más elevada fe, sabiduría y entendimiento. Por último, después de mucho buscar, vino a uno de nuestros trabajadores en Boston y nuevamente presentó la pregunta: “¿Puede Ud. sanar esto?

La practicista vio que, mientras la mujer todavía se apoyaba en la Ciencia Cristiana, y no pensaba en otra cosa, era apática en su creencia de que sanaría después de todo el tiempo de espera. Vió que la paciente necesitaba despertar, que había que sacudirla, y por eso oró a Dios para que pudiera decir la palabra que la despertara de su mesmerismo de todo eso. Por eso, cuando le preguntó un poco ansiosa: “Ud. cree que puedo sanar ¿verdad?” la practicista supo cómo responder y le dijo: “No, no creo que pueda ser sanada”. La mujer pareció muy sorprendida por un momento y luego dijo: “¿Ud. no cree que puedo ser sanada? Nunca nadie me ha dicho eso antes” Y la practicista dijo: “Yo nunca se lo he dicho a nadie tampoco, pero oré a Dios para poder mover su pensamiento y esta es la razón por la que esta respuesta me vino”.

Luego con mucho amor le señaló la razón por la que no podía ser sanada. “No puede ser sanada porque no hay nada que sanar”. La querida señora dijo: “¡Qué maravilloso! No hay nada que sanar” Y, al aflojarse, descansó por un minuto y se quedó literalmente dormida. El temor y el sufrimiento se desvanecieron en ese minuto. Después le contó a la practicista que había sido un alivio tremendo sentir que podía dejar el pensamiento de cargar siempre consigo algo que debía ser sanado. Su curación se produjo, no inmediatamente, pero en un tiempo razonablemente corto, la parte física no se limpió en seguida. En este caso también el problema era un tumor.

Esta experiencia es otro ejemplo que muestra la necesidad de poner a Dios primero. Con frecuencia tenemos que recordar las palabras de un himno muy conocido: “Dios nos hizo libres hoy, pues la Vida es libertad” (83), y dejar de tratar de dirigir todo desde una base material. Cuando permitimos que la única inteligencia, la Mente-Dios, gobierne y guíe, realmente empezamos a conocer el poder universal de Dios como estando afuera, siendo externo y no obstante expresándose constantemente a sí mismo a través de sus ideas, individual y colectivamente.

Ya sea que una persona o una multitud confrontara a Jesús, él estaba siempre consciente de Dios y su manifestación como la única realidad. He aquí una de las frases más maravillosas que se han escrito jamás, se encuentra en Ciencia y Salud: “Todo es Mente infinita y su manifestación infinita, porque Dios es Todo-en-todo” (468:11).

Ojalá pudiera inculcar e infundir en el mundo entero el valor de la quietud, de escuchar la voz de Dios. Estad quietos, y luego cuando todo está calmo, muy calmo, “conoced que yo soy Dios” (salmo 46) y no hay ningún otro. Solamente cuando lo hacemos sentimos la presencia misma de Dios, y sabemos que exactamente donde parecemos estar como mortales, sólo está Dios y Su idea.

Jesús dijo: “Conoceréis la verdad, y la verdad os hará libres” (Juan 8:32), y cuando conocemos la verdad acerca de algo, una aparente mentira se desvanece automáticamente. El Maestro no habló sobre la verdad, razonó sobre ella o ni siquiera pensó en ella. Dijo conocedla. Y conocer la verdad es conocer a Dios como Todo-en-todo, y conocer al hombre como semejante a Él, siempre, y en esta bendita conciencia está la paz eterna. Para terminar deseo dejarlos con esto: la Verdad que hace libre es la Verdad de que somos libres.

[From the july 6, 1935 issue  of the Christian Science Sentinel]

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sábado, 28 de junho de 2014

CERREMOS LOS PORTALES DE LA MATERIA

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"A verdadeira teoria sobre o universo, inclusive o homem, não está na história material, mas no desenvolvimento espiritual. O pensamento inspirado renuncia à teoria material, sensual e mortal sobre o universo, e adota a espiritual e imortal. É essa percepção espiritual das Escrituras que eleva a humanidade acima da matéria e da morte e inspira a fé" (CS  p.547:28-34).

Não estaria na hora de haver um tanto mais de louvor para o Criador, Sustentador e Mantenedor do universo? E certamente menos tempo para medo e adoração da suposta causa, a matéria?  Olhares que vão além das pretensões de que a matéria esteja entronizada, quando é a Mente, Deus, quem está, podem ser vistos em lugares às vezes inusitados. Por exemplo, Albert Einstein.

Há documentos que provam que o físico Albert Einstein respeitava os pontos de vista que Eddy expressou em Ciência e Saúde. Por exemplo, em uma de suas visitas a uma Sala de Leitura da Ciência Cristã teria comentado: “… e pensar que uma mulher já conhecia isso há 80 anos atrás".  (O universo de Deus: intacto e Evoluindo com precisão -Rick Stewart, CS)

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Cerremos los portales de la materia

Nathan Talbot

 

La materia ya no es lo que acostumbraba ser. O, por lo menos, eso podríamos creer al escuchar las opiniones que están surgiendo en el mundo de la física. Según recuerdo, hasta no hace mucho, a todos nos enseñaban que la materia era algo muy sustancial.

No obstante, hace poco, estaba conversando con un físico de Inglaterra y me comentó muy al pasar que la materia es más una probabilidad matemática que eso tan concreto que se ve y siente. Después, un amigo de California que es astrofísico, me explicó que cuando empujo o hago fuerza contra una pared, la verdad es que no hago contacto con algo sólido. Lo que sucede es que algunos electrones ofrecen resistencia y me devuelven un pequeño empujón. Por su lado, la física cuántica plantea interrogantes sobre el papel que cumple el observador cuando le parece que está viendo un objeto independiente al otro lado de la habitación.

Muy bien, quizás la materia no sea lo que siempre supusimos que era. Sin embargo, estoy seguro de que todas esas personas que están redefiniendo lo que hemos creído con tanta certeza durante más de doscientos mil años, sin duda, se abrigan con mantas bien materiales las noches frías de invierno y, como todos, recurren a lo que parece ser una cuchara muy sustancial cuando toman sopa.

Sin embargo, yo no creo en la materia. Es verdad, desde una perspectiva muy elemental, no creo que la materia sea de ningún modo verdadera sustancia. La mayoría de la gente acepta la opinión de que todos hemos nacido de la materia. Creemos que, debido a las acciones originales de nuestros padres, estamos más o menos atrapados en un cuerpo hecho de materia, e incluso en un mundo material, hasta que morimos y salimos de él.

Hace unos años, escribí un editorial donde planteaba que era probable que nosotros fuésemos más responsables que nuestros propios padres por haber nacido en la materia. 1 Y hoy estoy más convencido de eso que nunca. Quizás se deba a que cada vez tengo más dudas de que la materia sea una realidad, así como a mi creciente convicción de que el Espíritu es sustancia.

La manera en que Cristo Jesús destruyó las condiciones de la materia, como en el caso de las enfermedades, me ha impulsado a hacer una pausa antes de aceptar sin pensar la realidad de la materia. Después de todo, ¿acaso es posible destruir la realidad? Jesús decididamente destruyó la enfermedad.

Mary Baker Eddy me ayudó mucho al explicar en su libro Ciencia y Salud con Clave de las Escrituras que lo que Jesús destruyó fueron las creencias falsas que existen acerca de la realidad, no la realidad misma. Él destruyó la creencia de que la enfermedad fuera una realidad. Y, por último, destruyó la creencia de que la materia misma fuera su propia realidad. De veras pienso que Jesús finalmente probó que la sustancia real y perdurable es siempre espiritual, nunca material.

Esta comprensión lo sacó de la tumba, y poco después, lo transportó a un tipo diferente de realidad. Para mí, lo que la Biblia llama su ascensión significa que Jesús tenía el pensamiento tan espiritualizado, que una perspectiva material ya no podía reconocerlo. El punto de vista basado en la materia de quienes lo rodeaban sólo podía percibir un sentido material de sustancia, y Jesús ya no se veía a sí mismo de esa forma.

Este pensador científico que comprendía la verdadera filiación con Dios, nunca dejó de existir. No obstante, aquellos que no lograron mantenerse a la altura de su inmensa espiritualidad, ya no pudieron verlo. Jesús no se consideraba a sí mismo un mortal, y la materia es una forma de mortalidad. Se veía a sí mismo desde la perspectiva de la vida o inmortalidad, no de la mortalidad o la muerte.

Cuando San Pablo afirma que tener el pensamiento espiritualizado es vida, mientras que tener el pensamiento fijo en la materia es muerte, 2 está describiendo lo que la mortalidad y la inmortalidad, la vida y la muerte, nos están realmente diciendo. Jesús renunció a todo pensamiento material, mientras que otros se aferraban a ese pensamiento.

Entonces, ¿qué tiene que ver todo esto con nosotros? Yo pienso que muchísimo. En la medida en que renunciemos al pensamiento material, estamos negándonos a entrar en la materia. Sí, estamos incluso negándonos a aceptar una especie de continuo nacimiento en la materia. En la medida en que vivimos con el pensamiento espiritualizado, entramos en el Espíritu. Es como renacer o descubrir nuestra verdadera luz.

Pienso que es demasiado simplista decir que nuestros padres nos hicieron entrar en algo llamado cuerpo material. La materia no es tanto una cosa como una manera de ver las cosas. Es una forma más "oscura", menos iluminada de ver la realidad. La mentalidad materialista está compuesta no sólo de esperanzas y aspiraciones, sino también de dudas y temores, ignorancia e ira, desesperación y resentimiento.

Tal mezcla de pensamientos es la sustancia de un sentido de existencia basado en la materia o mortalidad. Este punto de vista es como una luz mortecina que finalmente parpadea y se apaga. Una mentalidad más espiritual, formada puramente de inocencia y bondad, alegría y afecto, paz y justicia, ilustra la sustancia permanente, la vida y la inmortalidad a la que se refería Pablo. Es el resplandor que encontramos en toda la Biblia.

En cierto sentido, todos los días, a cada momento, estamos tomando la decisión de entrar o no en donde hay menos luz, en la materia, es decir, de nacer dentro de la discordia y la limitación. En toda la Biblia, y en un sentido más profundo en la vida de Cristo Jesús, se nos enseña cómo podemos evitar la entrada por los umbrales de la materia. El Sermón del Monte3 está lleno de maravillosos ejemplos que nos demuestran cómo podemos evitar pensar en la existencia de una manera material, es decir, restrictiva, vulnerable e imperfecta.

Por ejemplo, cuando Jesús nos enseña a no reaccionar —y a ofrecer, en cambio, la otra mejilla— nos está ayudando a resistir una forma de pensar que nos atraería hacia la materia, es decir, hacia la mortalidad, la imperfección. Entonces, debemos hacer una pausa y reconsiderar la situación antes de entrar. Cuando Jesús nos exhorta a no mirar a otra persona con lujuria, nos está previniendo para que no pasemos por otro umbral peligroso, como son también la frustración, la tristeza, la apatía y la envidia.

Esta mentalidad material, o pensamiento mortal, a veces puede ser tentador, seductor, incluso hermoso e irresistible, pero siempre nos lleva a definir nuestra identidad como material. Pero cuando Jesús, nos hace presente que seamos perfectos como Dios es perfecto, nos está señalando el umbral del Espíritu.

En el libro del Apocalipsis, Juan revela la luz del Cristo, y es muy reconfortante cuando afirma: “He abierto una puerta delante de ti, que nadie puede cerrar”. 4 Jesús demostró simbólica y literalmente, que la materia no podía interponerse en su camino cuando atravesó las puertas cerradas, antes de su ascensión.  5 Para él la materia ni siquiera tenía la sustancia de los electrones que, según creemos, al presionarlos tienden a devolvernos el empujón.

Los conceptos basados en la materia, tal como el nacimiento y la muerte, generalmente son vistos de una forma demasiado superficial. Cada vez que decidimos entrar por una puerta sombría, estamos naciendo un poco en la mortalidad. Mientras que evitamos en cierto grado la muerte, cuando optamos por entrar en un vestíbulo más divinamente iluminado, y tenemos un pensamiento espiritualizado, en lugar de orientado hacia la materia.

La materia no es tanto una cosa como la manera de ver las cosas.

La materia no es realmente la sustancia que suponemos que es. La Sra. Eddy percibió la esencia misma de la materia cuando la describió como “una forma falsa de mente”.   6 Cristo Jesús nos llamó a arrepentirnos, a cambiar nuestro pensamiento. ¿Ha considerado usted alguna vez arrepentirse de la materia? Este puede ser un llamado a cambiar de una manera falsa o materialista de pensar, a una forma espiritual, o inspirada por Dios, de ver la vida y la existencia.

Al cerrar esos corredores de pensamiento que llevan directamente a la materia, estaremos cada vez más conscientes de una realidad falta de materia y mucho más concreta y permanente. Estamos descubriendo que, después de todo, la materialidad no es la realidad. ¿Es acaso un error o una ilusión acerca de la realidad? Cuando partimos de una realidad enteramente basada en el Espíritu, la materia no es ni lo uno ni lo otro. No es ningún tipo de realidad. En otras palabras, desde una consciencia enteramente espiritual, perfecta, infinita y despierta, nunca hay una realidad limitada, discordante y basada en la materia.

Cristo Jesús nos mostró el camino. Su vida era el Camino. Paso a paso, podemos cerrar esas puertas sombrías que nos llevan hacia la materia, y caminar dentro de la luz, que es como un renacer que nos muestra quiénes somos realmente, es decir, espirituales y por siempre los hijos de Dios.

1 Véase Nathan Talbot, “Withdraw your consent”, Journal, Enero de 1982, pág. 35-39.  2 Véase Romanos 8:6.   3 Véase Mateo, cap. 5—7.  4 Apocalipsis 3:8.  5 Véase Juan 20:19, 26.  6 La unidad del bien, pág. 32.

 

 Autor: Nathan Talbot, Secretario de La Iglesia Madre. Del número de marzo de 2007 del  El Heraldo de la Ciencia Cristiana, The Christian Science Publishing Society.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

O UNIVERSO DE DEUS: INTACTO E EVOLUINDO COM PRECISÃO

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“O sentido espiritual, que contradiz os sentidos materiais,

contém intuição, esperança, fé, compreensão,

fruição, realidade.”

Mary Baker Eddy

 

Foto_Edésio Ferreira Filho_São Francisco do Sul, SC, Brasil.

Este blog possui um link para o Estudo Metafísico sobre as Lições Bíblicas da Ciência Cristã, produzido pelo Acampamento dos Cedros. Hoje, excepcionalmente, estamos publicando o estudo referente a Lição da semana de 16 a 22 de junho de 2014.  Como uma ilustração do significado do Lema do Acampamento Itinerante Peabiru.

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O universo de Deus: intacto e Evoluindo

com precisão.

Rick Stewart, CS.

 

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros:

Uma ajuda para o estudo da Lição Bíblica da Ciência Cristã.

 

Tema: É o Universo, inclusive o homem evoluído pela força atômica?

De 16 a 22 de junho de 2014

 

 

O Texto Áureo e o inicio da Leitura Alternada são tomados do Salmo 93:1. O Texto Áureo dá realce ao tema central da Lição Bíblica, e a Leitura Alternada nos dá a introdução à Lição Bíblica. Ambos provém do mesmo Salmo.

Não se tem certeza de quando esse Salmo foi escrito, nem quem o escreveu. Os historiadores o situam ao final do exílio judeu na Babilônia/Pérsia. Nessa época o rei Ciro reinava. Tanto a Bíblia como registros históricos mostram que Ciro era um rei que aprendera a respeitar as tradições de seus governados. Esses registros também indicam que Ciro estava convencido da legitimidade da religião dos judeus. E Ciro declarou o direito aos exilados judeus para que voltassem à sua terra e em Jerusalém reconstruíssem o templo.

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Nos links abaixo, em inglês, vocês encontrarão interessantes debates sobre aquela época.

http://biblehub.com/commentaries/guzik/commentaries/1501.htm ; http://www.sacred-texts.com/bib/cv/phai/phai24.htm ; http://www.sacred-texts.com/chr/calvin/cc11/cc11001.htm (Este link tem um comentário interessante sobre o Salmo 93 feito pelo teólogo John Calvin.)

Abreviações: Bíblia – B; Bíblia na Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH; Ciência Cristã – CC; Ciência e Saúde CS; Lição Bíblica – LB.

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É provável que essa atmosfera histórica explique porque o autor desse Salmo esteja afirmando o poder eterno de Jeová, revestido de "majestade e poder" eternamente. Poderíamos dizer que esse foi o período de afirmação.

Texto Áureo: Salmo 93:1 Reina o Senhor. Revestiu-se de majestade… (de poder se revestiu o Senhor e se cingiu. Firmou o mundo, que não vacila).

Outra versão na Bíblia (NTLH): O Senhor Deus é rei. Ele está vestido de majestade e coberto de poder. A terra está firme em seu lugar e não pode ser abalada.

Leitura Alternada: Salmo 93:1; 148: 1-7, 9-13; 22:27, 28.

A Leitura Alternada inicia com o agora conhecido Salmo 93:1. Segue-se, então, o louvor. Aleluia! O Salmo 148 louva a Deus por tudo. (Louvor: expressar gratidão ou amor e respeito a Deus; expressão de gratidão, adoração, glorificação, honra, exaltação, pagamento de tributo a, venerar, abençoar). O Salmo 148, do começo ao fim, louva o Altíssimo.

 

Histórico do Salmo 148

Não sabemos quem escreveu o Salmo 148. E não sabemos quando foi escrito. Muitos estudiosos da Bíblia creem que o salmista escreveu esse Salmo para uso no novo templo em Jerusalém. O Salmo 148 é o terceiro Salmo de Aleluia. Aleluia significa "louvor a Deus". Louvor significa "dizer a alguém que é grandioso".

Aliança é quando duas pessoas ou dois grupos estabelecem um acordo. Aqui Deus concorda em amar seu povo e ajudar quando precisassem. Seu povo concorda em amar e obedecer a Deus. © 1999-2002, Wycliffe Associates (UK) http://www.easyenglish.info/psalms/psalm148-taw.htm

É como se você estivesse voltando de um longo exílio e fica feliz de estar em casa, novamente! Imagine o povo judaico que havia sido forçado a deixar seus lares, o templo em ruinas e ir viver na cidade de seus dominadores/vencedores, a Babilônia. Imagine só como devem ter se sentido felizes voltando finalmente para casa, poder adorar a Deus como quisessem e até mesmo reconstruir seu templo e suas casas! O resultado foi louvor de toda a criação, como aparece no Salmo 148, e também de ” todos os Cedros!”

Gosto de imaginar a Lição Bíblica, como se estivéssemos envolvidos. Um rei invasor invade nossa terra e nos leva para longe de casa e então por meio da liberação divina (como quando Ciro, o Persa, reconheceu o “Senhor, Deus” e libertou os judeus) e somos permitidos a voltar para casa.

Nosso mundo atual, parece ter sido levado a um exílio. Nossas paisagens familiares, os sons, a proximidade da família e da sociedade, o reconhecimento de Deus como supremo, tudo parece, às vezes, ter ficado tão longe. Como dizia a introdução dos filmes Star Wars (Guerra nas Estrelas): "Há muito tempo atrás em uma galáxia longínqua..."

De algum modo esta Lição Bíblica é a afirmação de que ali onde "a Matéria invasora" parece ter tomado conta do universo de Deus, destruído o templo do Espírito, exilado seus habitantes, ali mesmo "a Mente magnífica" reina suprema em majestade e poder para todo o sempre.

 

Praia do Campeche _Florianópolis_SC_Brasil_Edésio Ferreira Filho - Cópia

Seção 1: Um universo obediente a Mente

As citações da Bíblia deixam claro que Deus governa assim na terra como no céu. O Amor enche cada lar e cada sala e também preenche a "razão de existir" de cada um de  comunicar/repartir  verdade, saúde e felicidade" (My). "Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam" (B1,Salmo 24:1); "Eu sou Deus, o teu Deus. ... o mundo é meu e quanto nele se contém" (B3,Salmo 50: 7,12). "O Senhor fez a terra pelo seu poder; estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus" (B4, Jeremias 10:12) .

Acaso é Deus matéria? É Deus material? Poucas pessoas admitiriam que pensam que Deus esteja na matéria ou seja da matéria. No entanto, entregariam o mundo e o universo ao controle de algo bem diferente de Deus. O pensamento material ensina e crê que a matéria seja o fim e o tudo da existência. Aí está a "Matéria, a invasora"! A matéria, por acaso, não reclama ser a força, a fundadora, a governadora da terra, do mar, do céu e do universo?

Nem todos estavam dispostos a aceitar a prioridade e poder da matéria como fato. Mary Baker Eddy era suficientemente corajosa para afirmar claramente o que ela aprendera da Bíblia, por revelação e demonstração.

Escreve ela em seu livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: "As diversas doutrinas e teorias que pressupõem existirem vida e inteligência na matéria, não são mais que mitologias antigas e modernas" (CS1, p.319:16-18).

"A verdadeira teoria sobre o universo, inclusive o homem, não está na história material, mas no desenvolvimento espiritual. O pensamento inspirado renuncia à teoria material, sensual e mortal sobre o universo, e adota a espiritual e imortal. É essa percepção espiritual das Escrituras que eleva a humanidade acima da matéria e da morte e inspira a fé" (CS5, p.547:28-34).

Não estaria na hora de haver um tanto mais de louvor para o Criador, Sustentador e Mantenedor do universo? E certamente menos tempo para medo e adoração da suposta causa, a matéria? Olhares que vão além das pretensões de que a matéria esteja entronizada, quando é a Mente, Deus, quem está, podem ser vistos em lugares às vezes inusitados. Por exemplo, Albert Einstein.

Há documentos que provam que o físico Albert Einstein respeitava os pontos de vista que Eddy expressou em Ciência e Saúde. Por exemplo, em uma de suas visitas a uma Sala de Leitura da Ciência Cristã teria comentado: “… e pensar que uma mulher já conhecia isso há 80 anos atrás".

 

Lagoa  Acarai Foto Edésio Ferreira Filho

Seção 2: A abundância do universo criado pela Mente

Com o grande interesse e preocupações com as mudanças climáticas e quebra de colheitas agrícolas esta seção é fantástica. Ela inclui verdades espirituais práticas da Bíblia e Ciência e Saúde para serem aplicadas na descoberta da abundância da criação da Mente.

Quando removemos temores sobre as culturas, colheitas, mudança de tempo, clima destrutivo, permitimos que a Mente divina governe tudo de forma harmoniosa. E na medida em que nós formos generosos com nosso conhecimento da verdade e amorosos descobriremos que somos capazes de apoiar com nossa oração para haver boas colheitas em nosso país e que haverá boas e bem sucedidas colheitas ao redor do globo. Não há canto da terra que não está no reino da Mente e que alegria é conhecer esse fato.

“Eles semearão as suas terras em paz; as parreiras darão uvas, a terra dará boas colheitas. E cairá chuva do céu. O Senhor Todo-Poderoso diz ao povo: …resolvi abençoar o povo… e não vou mudar de ideia” (B7,Zacarias 8:12,15).

Nate Talbot escreveu em 1977: "Conforme o grau que entendemos a Mente, Deus, como sendo o único poder, o nosso corpo responde de forma harmoniosa. Ou seja, a mente humana - a essência do corpo humano - abandona suas crenças, seus medos e dúvidas. Da mesma forma, como nós entendemos que somente o governo da Mente divina tem poder, até mesmo uma planta pode ser protegida por essa verdade.”

"Os brotos novos em nosso jardim pareciam especialmente sensíveis à geada, e em várias ocasiões os perdemos. Uma primavera, após uma geada severa, os brotos foram novamente cobertos pela geada. Quando os olhei naquela manhã, lembrei-me da história bíblica dos três hebreus sendo jogados na fornalha de fogo ardente.

Parece que aqueles homens vislumbraram a verdadeira espiritualidade do homem e toda a sua relação com Deus com tanta clareza que eles não foram tocados pelo efeito do fogo. A Bíblia nos fala de muitas testemunhas que "viram esses homens, e sobre os seus corpos o fogo não tinha tido poder, nem um só cabelo da sua cabeça se tinha queimado, nem as suas capas se mudaram, nem cheiro de fogo tinha passado sobre eles (ver CS3).

Como uma descrição animada da proteção que se tem quando compreendemos que Deus é Amor e Ele dá apenas o bem a toda a Sua criação. Por que não deveriam as plantas ser abençoadas por esse mesmo poder protetor, quando se deparam com calor excessivo ou geada, seca ou encharcamento? Eu senti que podiam. E mais tarde naquele dia, os brotos das novas plantas estavam verdes e saudáveis.

Mary Baker Eddy reconheceu claramente a bênção que vem de uma consciência do governo de Deus. Ela escreve: "As estações do ano se sucederão com mudanças de época e marés, de frio e calor, latitude e longitude. O agricultor verá que essas mudanças não podem afetar suas colheitas" (CS p.125:22-25) .

"A [planta do campo] é, fundamentalmente, uma concepção da Mente e não depende da evolução material. Esta verdade, entendida e apreciada em oração, traz proteção clara e específica para a produção de nossas lavouras (ver "Nathan A. Talbot, Protegendo Nossas Culturas, 07 de maio de 1977 Christian Science Sentinel).

Eddy escreve: "Não é por causa de algum poder propagador próprio que a árvore e a erva dão fruto, mas sim porque refletem a Mente que inclui tudo. Um mundo material implica uma mente mortal e o homem como criador. A variação divina e científica proclama a Mente imortal e o universo criado por Deus” (CS8, p.507:19).

Outro artigo poderoso sobre as nossas culturas é intitulado, "fruição", por George Shaw Cook de 21 de outubro, 1939, publicado no Christian Science Sentinel. Você pode encontrar ambos os artigos, em inglês, nos volumes encadernados do Christian Science Sentinel em uma Sala de Leitura da Ciência Cristã, ou através da internet em http:/jsh.christianscience.com/console.

 

Lagoa Acarai Foto Edésio Ferreira Filho

Seção 3: O domínio dado ao homem é refletir, Amor, Mente

Durante vários anos, eu morei em uma cabana em uma fazenda na Flórida Central, EUA. Era distante cerca de dois quilômetros até a casa mais próxima. Mas eu tinha vizinhos que estavam muito mais perto. Havia animais nativos como veados, porcos e perus selvagens, jacarés, cobras, tatus, sapos e pássaros de todo o tipo.

Também havia um grupo de nove cavalos que viviam na pastagem que cercava a cabana. Uma das minhas responsabilidades nessa fazenda era cuidar desses cavalos. Os proprietários me pediram para eu chamar um veterinário. Assim eu concordei em procurar ajuda de um veterinário quando houvesse alguma necessidade.

Mas uma noite, a égua mais velha, chamada “Molly”, me despertou à meia-noite. Ela veio até a porta da cabana, estava tossindo alto, tendo dificuldade em respirar e deitou-se no chão. Eu sabia que eu não poderia encontrar um veterinário naquela hora da noite, então eu fui para o lado dela, sentei-me com ela, e comecei a orar. Eddy explica em Ciência e Saúde que: "O homem é ideia, a imagem, do Amor; ele não é físico. Ele é a ideia de Deus, ideia composta que inclui todas as ideias corretas" (CS, p.475).

 

Enquanto eu me sentei e afaguei “Molly” me lembrei dessas palavras. E lembrei-me que um dos meus professores da Escola Dominical tinha usado essa frase para orar pelos animais. Ele explicou uma vez que "o homem é a ideia composta de Deus, incluindo todas as ideias corretas de Deus". Isso significava que eu podia orar para curar animais e outras ideias menores da criação a partir da perspectiva "da inclusão" deles em meu pensamento perfeito.

Esse professor explicou para os seus alunos, que ele gostava de orar para os animais com esta definição de homem em Ciência e Saúde. Para ele, esse era o verdadeiro sentido de domínio que Deus dera ao homem, não dominação!

Então orei com essas palavras para “Molly” e depois de cerca de uma hora de estarmos juntos ali, sob as estrelas e no meio do universo de ideias da Mente divina, ela parou de tossir e se levantou novamente. Ela estava respirando normalmente e foi juntar-se aos outros cavalos. Mas observei uma coisa interessante. Nos próximos dois ou três dias, sempre que eu fui até a pastagem para observar os cavalos, “Molly” sempre chegava para me cumprimentar. Era como se ela estivesse dizendo: "Obrigada por me ajudar, Obrigado pela cura!"

 

As ideias a seguir são de citações nesta seção da Lição Bíblica:

“Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome! Que é o homem, que dele te lembres? Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste” (B10, Salmos 8: 1, 4, 6).

“Ao homem, criado por Deus, foi dado o domínio sobre toda a terra. A noção de ser material o universo é inteiramente contrária à teoria de que o homem tenha evoluído da Mente. Tais erros fundamentais introduzem falsidades em todas as doutrinas e conclusões humanas e não atribuem infinidade à divindade” (CS11, p. 545: 10-17).

 

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Seção 4: Josué e o dia em que o sol se deteve, milagre?

Esta é a época do ano, aqui nesta parte da Alemanha, quando acordar às 4 da manhã não é em si difícil, por quê? Porque os nossos dias são tão longos e começam tão cedo, os pássaros estão cantando, está claro no lado de fora, e quando se tem coisas para fazer você "canta com os pássaros quando o sol começa a brilhar!" E anoitece tarde aqui no meio do verão. E então na semana passada, fomos ainda mais ao norte, no Mar Báltico.

As noites tinham uma luz maravilhosa até depois das 22h! Como é maravilhoso! Bem, até você tentar convencer uma criança de dois anos de idade, que é hora de ir para cama quando ainda está claro lá fora. Minha filha argumentava: "Mas papai, não é hora de dormir, é hora de brincar, olhe, ainda está claro!" Nessa região também, quando o céu se cobre de nuvens escurece logo.

Há apenas alguns dias, tivemos um dia completamente nublado. E me lembro de nosso filho Noah observando à mesa do jantar: "Parece muito tarde." As nuvens escureceram tudo e o dia parecia mais curto. Mas às vezes o que ocorre em dias como esse é que, assim como o sol está se pondo, ele chega a um ponto na linha do horizonte, logo abaixo da extensa camada de nuvens. E nesse momento seus raios dourados maravilhosamente incríveis de pôr-do-sol, por uns poucos minutos, banham a paisagem. É um tipo de luz que é tão especial, tão dourada!

Nós lemos a história da Bíblia de quando Josué e os exércitos de Israel se defenderam e aos gibeonitas contra o ataque dos amorreus. No meio da batalha Josué orou para o "sol ficar parado". E lemos que o sol parou durante várias horas e a batalha foi ganha.

"E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no Livro dos Justos? O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro" (B12, Josué 10:6, 8, 9, 12, 13).

Se você pesquisar este evento em comentários bíblicos, há muitas tentativas de explicar a sua ocorrência. A questão de como o "sol se deteve" parece ser uma pedra de tropeço para aqueles que não acreditam nas histórias da Bíblia e também para aqueles que tentam explicar os acontecimentos na Bíblia pois não acreditam.

Estudar as citações de Ciência e Saúde (CS 14 a CS 17) é um bom caminho para a "compreensão" do evento anterior. Esses tipos de eventos exigem muito de alguém que acredita somente na matéria e a chamada explicação "materialmente científica" dos acontecimentos. Mas é interessante começar a aceitar a Mente, Deus como a fonte infinita do universo. Coisas que parecem impossíveis materialmente ou milagrosas para a consciência mortal podem tornar-se uma parte da vida diária.

Ciência e Saúde, citação nº 14 da Lição Bíblica: “Do começo ao fim, as Escrituras estão cheias de relatos do triunfo do Espírito, a mente, sobre a matéria. Moisés provou o poder da Mente por meio daquilo que os homens chamam milagres; provaram-no também Josué, Elias e Eliseu.” (Ciência e Saúde 139: 4-8)

Ciência e Saúde, citação nº 17 da Lição Bíblica: “Há autoridade divina para crer na superioridade do poder espiritual sobre a resistência material.” (Ciência e Saúde 134: 28-9)

Por exemplo, relato aqui a cura do meu pai que mostra o poder de Deus presente ainda agora para curar. Quando minha mãe e meu pai estavam casados há apenas alguns anos, meu pai obteve uma cura pela Ciência Cristã. Foi sua primeira ou uma de suas primeiras curas. Mamãe foi cientista cristã ao longo de toda sua vida. Meu pai fora criado na "First Christian Church" (Discípulos de Cristo) em Lakeland, Florida, EUA.

Pouco antes do almoço, um dia, o meu pai caiu na varanda de uma pequena casa de madeira e quebrou a perna. Um colega de trabalho ajudou ele a chegar em casa. Quando o pai chegou, a mãe perguntou se ela deveria ligar para uma praticista da Ciência Cristã para orar por ele. Ele concordou. Em seguida, mamãe serviu-lhe o almoço. Meu pai depois de almoçar deitou-se para uma soneca.

Ele acordou às 14h e anunciou que ia voltar para o trabalho. E ele o fez. Ele trabalhou toda a tarde fora e voltou para casa à noite. Quando chegou em casa, ele comentou: "Eu acho que a minha perna não estava quebrada. Afinal de contas, você não quebra a sua perna na parte da manhã e, em seguida, volta a trabalhar no período da tarde. Isso não é possível."

Bem, alguns anos depois meu pai ofereceu-se voluntariamente para servir no Exército dos EUA. Ele foi submetido a um exame físico completo, incluindo raios-x. Depois disso, o médico que deu ao meu pai os resultados dos exames e informando-o de sua perfeita saúde, comentou: "Pela chapa do Raio X eu vejo que você teve uma fratura numa perna. Mas ela está perfeitamente curada e, provavelmente, mais forte do que a outra. Você está apto para servir.”

Meu pai percebeu que tinha sido curado de uma perna quebrada em duas horas. E essa é uma das razões pelas quais ele leu todo o livro Ciência e Saúde enquanto viajava em um navio de tropas para as Filipinas durante a II Guerra Mundial.

Lemos no livro Ciência e Saúde: “Há autoridade divina para crer na superioridade do poder espiritual sobre a resistência material. Um milagre cumpre a lei de Deus, mas não viola essa lei. Esse fato parece atualmente mais misterioso do que o próprio milagre.

O Salmista cantou: “Que tens, ó mar, que assim foges? E tu, Jordão, para tornares atrás? Montes, por que saltais como carneiros? E vós colinas, como cordeiros do rebanho? Estremece, ó terra, na presença do Senhor, na presença do Deus de Jacó. O milagre não introduz desordem alguma, mas revela a ordem primitiva, estabelecendo a Ciência da lei imutável de Deus. Só a evolução espiritual é digna do exercício do poder divino” (CS17, p. 34:28-9).

 

Praia do Ervino_Foto Edésio Ferreira Filho

Seção 5: O desdobramento contínuo da Luz no universo da Mente

O desdobramento da Luz que brilha por toda a Bíblia é algo que vem inspirando gerações. A Bíblia João Ferreira de Almeida e as várias traduções das citações bíblicas B15 à B18 mostram a continuidade dessa Luz, principalmente na citação B17, Salmo 105, que relata vários exemplos de pessoas que viveram nesse desdobramento da Luz divina – Abraão, Jacó, Moisés, Arão, José.

“Então Deus disse: — Que haja luz! E a luz começou a existir” (B15, Gênesis 1:3, NTLH).

“E a terra ficará cheia do conhecimento da glória do Senhor, assim como as águas enchem o mar” (B16, Habacuque 2:14, NTLH).

(B17, Salmos 105, NTLH):

3 Tenham orgulho daquilo que o Santo Deus tem feito.

7 Ele é o Senhor, nosso Deus; os seus mandamentos são para o mundo inteiro. 8 Ele sempre lembrará da sua aliança e, por milhares de gerações, cumprirá as suas promessas. 9 Ele será fiel à aliança feita com Abraão e à promessa que fez com juramento a Isaque.

10 Deus fez uma aliança com Jacó para sempre, fez com ele uma aliança eterna. 12 Eles eram muito poucos, eram estrangeiros na Terra Prometida. 17 Então mandou na frente deles um homem chamado José, que havia sido vendido como escravo.

20 Aí o rei do Egito mandou soltá-lo; o rei de muitas nações o pôs em liberdade; 23 Depois Jacó foi para o Egito e ficou morando naquela terra. 26 Então Deus enviou o seu servo Moisés e também Arão, a quem havia escolhido. 27 Eles fizeram milagres de Deus no Egito e ali realizaram coisas maravilhosas. 43 Assim Deus tirou do Egito o seu povo escolhido, e eles saíram de lá cantando e gritando de alegria.

O fato a seguir foi tirado da My Bible Lesson produzida pelA Igreja Mãe, christianscience.com/bible-lessons/mybiblelesson. “A “terra de Cam” era outro nome dado ao Egito, pois acreditava-se que os egípcios eram descendentes de Cam, nome do filho de Noé.”

“O Senhor é Deus; ele é a nossa luz” (B18, Salmos 118:27, NTLH).

“A verdade eterna está transformando o universo. À medida que os mortais se desfazem das fraldas mentais, o pensamento se expande em expressão. "Haja luz", é a exigência perpétua da Verdade e do Amor, que transforma o caos em ordem, e a discórdia em música das esferas. As teorias míticas humanas da criação, antigamente classificadas como crítica superior, provieram de eruditos ilustres de Roma e da Grécia, porém não proporcionaram base alguma para a apreciação exata da criação feita pela Mente divina” (CS19, 255:1).

“O cristianismo do Cristo é o encadeamento do ser científico que reaparece em todas as épocas, mantendo sua óbvia concordância com as Escrituras e unindo todos os períodos no desígnio de Deus” (CS21, 271:1–5).

 

Blumenau, SC, Brasil_Foto Edésio Ferreira Filho

Seção 6: Jesus cura e demonstra que o Universo, inclusive o homem, é espiritual

Muito antes da era dos telefones, telégrafos, fax, e-mails, mensagens de texto, tuítes, telefones celulares ou satélites de comunicação, Jesus curou o filho de um nobre que estava doente em Cafarnaum. Havia mais de 30 km entre eles. Mas a distância não era obstáculo. A citação B21 (João 4:46-54), relata essa cura feita por Jesus. Aqui está a versão na Nova Versão Internacional (NVI):

46 Mais uma vez ele visitou Caná da Galileia, onde tinha transformado água em vinho. E havia ali um oficial do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum. 47 Quando ele ouviu falar que Jesus tinha chegado à Galileia, vindo da Judeia, procurou-o e suplicou-lhe que fosse curar seu filho, que estava à beira da morte. 48 Disse-lhe Jesus: “Se vocês não virem sinais e maravilhas, nunca crerão”.

49 O oficial do rei disse: “Senhor, vem, antes que o meu filho morra!” 50 Jesus respondeu: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. O homem confiou na palavra de Jesus e partiu. 51 Estando ele ainda a caminho, seus servos vieram ao seu encontro com notícias de que o menino estava vivo.

52 Quando perguntou a que horas o seu filho tinha melhorado, eles lhe disseram: “A febre o deixou ontem, à uma hora da tarde”. 53 Então o pai constatou que aquela fora exatamente a hora em que Jesus lhe dissera: “O seu filho continuará vivo”. Assim, creram ele e todos os de sua casa. 54 Esse foi o segundo sinal milagroso que Jesus realizou, depois que veio da Judéia para a Galileia.

O nobre (um oficial do governo) caminhou 30 km para ver Jesus e, embora fosse um oficial do rei, dirigiu-se a Jesus como “Senhor”. Ele tinha fé de que Jesus poderia fazer algo pelo filho. Em vez de ficar à cabeira da cama do filho com medo, aflito e angustiado, ele viajou para pedir ajuda a Jesus. E, quando Jesus pediu ao homem que fizesse algo, ele o fez.

Embora o filho do homem estivesse a quilômetros de distância, quando Jesus disse-lhe as palavras, o garoto foi curado. A distância não é barreira para o poder do Cristo, o poder da Mente divina.

A precisão da Mente que governa o universo está firmemente estabelecida nesse relato. A distância não era barreira e a cura ocorreu no momento exato em que o pai falava com Jesus. Como resultado do testemunho do homem, todos seus familiares acreditaram. Sua fé foi fortalecida e o evento é uma grande afirmação do poder de Jesus. Nós – você e eu - também, deveríamos contar aos outros as coisas que o Cristo realiza em nossas vidas.

 

Pico da Bandeira_Parque Nacional de Caparaó_Edésio Ferreira Filho - Cópia

Seção 7: A matéria, a invasora, deve ceder à Mente divina, o Criador!

Essa tradução da citação B22 (Isaías 60:1, 19–21) vem da NTLH:

1 “Levante-se, Jerusalém! Que o seu rosto brilhe de alegria, pois já chegou a sua luz! A glória do Senhor está brilhando sobre você. 19 Nunca mais o sol a iluminará de dia, nem a lua, de noite; pois eu, o Senhor, serei para sempre a sua luz, e a minha glória brilhará sobre você.

20 Eu serei o seu sol e a sua lua, um sol que nunca se põe, uma lua que não para de brilhar. A minha luz brilhará sobre você para sempre, e os seus dias de luto chegarão ao fim. 21 O seu povo fará o que é direito…”

A mitologia, as crenças que exaltaram a matéria como a causa e a criadora da existência, deve ser vencida. Como os Filhos de Israel aprenderam a fazer, devemos reconhecer e louvar o Senhor Deus, em majestade e força, E, em todos os nossos desdobramentos, progressos e provas diárias, a realidade da onipotência, do poder e da glória da Mente será manifestada.

Quando pensamos nisso, percebemos que não é difícil reconhecer o que sempre foi a realidade. Quem melhor para resumir esses fatos do que a mulher [Mary Baker Eddy] de quem Einstein falou, “… e pensar que uma mulher sabia tudo isso há 80 anos.”

“A Mente, suprema sobre todas as suas formações, e governando-as todas, é o sol central de seus próprios sistemas de ideias, a vida e a luz de toda a sua própria vasta criação; e o homem é tributário da Mente divina. Nem a filosofia, nem o ceticismo podem impedir a marcha da Ciência, que revela a supremacia da Mente” (CS26, 209:5–8, 11–13).

“Assim como a mitologia da Roma pagã cedeu a uma ideia mais espiritual da Divindade, assim também nossas teorias materiais cederão a ideias espirituais, até que o finito ceda lugar ao infinito, a doença à saúde, o pecado à santidade, e o reino de Deus venha "assim na terra como no céu” (CS27, 339:20–25).

“Regozijemo-nos por estarmos sujeitos às divinas 'autoridades que existem”  (CS28, 249:8–9).

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Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, CS, rickstewartcs@aol.com, [+49 351 312 4736041]

A equipe de tradução para o português é composta por Dulcinea Torres, Elisabeth Z. Friedrichs, Leila Kommers e Ovídio Trentini, com a leitura final por Orlando Trentini, CSB.

Visite o saite www.trentinicsb.com . Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar esse copo de água fresca com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da Lição Bíblica. Os Cedros são um complemento para a Lição Bíblica. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira. Busque e leia o texto em inglês em http://www.cedarscamps.org/metaphysical.

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quinta-feira, 12 de junho de 2014

UMA ESTRUTURA SÓLIDA PARA A COPA DO MUNDO DE 2014

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PARA OS FÃS DO FUTEBOL: 

No dia 26 de junho às 16hs30 (horário do Brasil) irá ao ar uma entrevista em português ao vivo e pela Internet, com dois experientes Cientistas Cristãos que responderão a perguntas enviadas antecipadamente pelos ouvintes.  Caso você não esteja disponível nesse horário, mesmo assim poderá enviar sua pergunta.  Elas deverão ser enviadas a partir de 24 horas antes do início do programa e serão respondidas ao vivo.  A partir do dia 27 de junho o programa estará disponível no site dA Igreja Mãe.

Os entrevistados serão Lyle Young, Secretário dA Igreja Mãe, e Alessandra P. Colombini, praticista e professora de São Paulo.  Como o programa depende de perguntas de ouvintes, é importante que façamos uso dessa oportunidade para trazer à tona pensamentos que nos preocupam, situações que precisam de cura, ideias que partilhadas trarão cura e paz ao ambiente da Copa do Mundo.

Pense desde já em suas perguntas e entre no site para postar sua pergunta 24 horas antes da transmissão.  No entanto, desde já nossas orações estarão apoiando as atividades da Copa do Mundo.

LINK: Oração pela Copa do Mundo da FIFA, 12 de junho-13 de julho

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Uma estrutura sólida para a Copa do Mundo

de 2014

Alessandra Colombini - São Paulo, Brasil

 

Quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa Mundial de Futebol em 2014, houve satisfação geral no país.  Afinal, o futebol é o esporte nacional e, assim, o torneio popular e internacional estaria “em casa”, por assim dizer.  Mais  festejos ainda houve quando a cidade do Rio de Janeiro foi designada para ser a sede das Olimpíadas de 2016. Muitos choraram de alegria.

Na antiguidade, os gregos decidiram instituir torneios esportivos periódicos entre suas diversas cidades-estados, com a finalidade de substituir as guerras constantes que havia entre elas. Competições esportivas em vez de lutas armadas. Podemos dizer que foi um avanço para a humanidade da época e daquele local. Os índios brasileiros também criaram algo semelhante, o Quarup, certame esportivo entre tribos, em substituição às guerras entre elas. Por tradição, o Quarup é realizado até hoje, assim como continuam sendo realizadas as Olimpíadas. Esportes, em vez de guerras. Maravilha! É uma indicação de que há uma inteligência mais elevada atuando no pensamento humano.

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The Christian Science Monitor - Political Cartoons

 

Tendo em vista que tudo o que merece o nosso apoio merece também a nossa oração, logo os Cientistas Cristãos no Brasil, inclusive eu, sentiram a necessidade de elevar o pensamento a respeito desses eventos relacionados à Copa do Mundo e buscar conceitos mais espirituais, em outras palavras, orar. Começaram a surgir sérios questionamentos e protestos entre a população, com relação ao custo de construção e manutenção dos estádios, o andamento das obras, possíveis falhas na infraestrutura, suspeitas de corrupção, e assim por diante. Começou a parecer ruim algo que é intrinsecamente bom.

A Ciência Cristã explica que esse é o processo pelo qual a mente carnal, ou a chamada mente mortal, opera. Essa mente tenta se opor ao bem, Deus, e impedir o progresso, sugerindo que a contrafação da criação de Deus seja real: que essa criação inclua desonestidade ao invés de honestidade, discórdia ao invés de ordem e paz, decisões erradas ao invés de decisões sábias, e assim por diante.

Mary Baker Eddy explica: “A mente mortal inverte a verdadeira semelhança e confere nomes e naturezas animais a seus próprios conceitos errôneos”, e acrescenta: “...essa assim chamada mente exterioriza suas próprias qualidades, e afirma que Deus é o autor delas...” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 512). Entretanto, na Ciência Cristã aprendemos que Deus é a única Mente, o único Criador, e que a oração científica, que nega as características falsas da mente mortal e anula sua existência, deve fundamentar-se na iluminação que provém da Mente divina.

Eu comparo essa iluminação espiritual à luz do sol, a qual incide sobre todos de forma imparcial. A Sra. Eddy diz: “A luz do sol cintila da cúpula da igreja, espia dentro da cela da prisão, insinua-se no quarto do doente, dá esplendor à flor, embeleza a paisagem, abençoa a terra” (p. 516). Essa luz da compreensão espiritual, ou Verdade, também alcança os gabinetes governamentais e todos os lugares, insinua-se nos locais das obras, abençoa os esforços bem-intencionados e todos os envolvidos na Copa do Mundo. Essa Verdade anula a crença de que problemas sejam inevitáveis em um empreendimento tão grande e de que talvez não haja estrutura no país, especialmente no que diz respeito à organização.

À medida que cedemos à Verdade e deixamos que ela ilumine a consciência humana, constatamos evidências de que existe um único Deus e, portanto, uma inteligência suprema governando a Copa do Mundo, ao invés de muitas mentes (opiniões) conflitantes. Então, teremos evidências claras de que  cada pessoa envolvida é a manifestação da única Mente harmoniosa. À medida que cedemos à Verdade, constatamos evidências de que existe  um único  Deus e, portanto, uma inteligência suprema governando a Copa do Mundo.

Lembrando-nos do único Ego, não é difícil amar as pessoas envolvidas nos trabalhos da Copa. Já não pensamos em “nós” e “eles”, mas reconhecemos o infinito Um, em quem “vivemos, nos movemos e existimos”, como diz a Bíblia (ver Atos 17:28). Reconhecer esse fato espiritual é a base do verdadeiro amor.

Vivendo esse amor em nossa vida, em casa, no trabalho, nas atividades da igreja, estamos orando pela Copa e pelas Olimpíadas. Estamos contribuindo para uma atmosfera mental harmoniosa em nosso país. Esse é o “pendor normal do homem” (ver Ciência e Saúde, p. 205) criado à imagem e semelhança de Deus. À medida que cedemos à Verdade, constatamos evidências de que existe um único Deus e, portanto, uma inteligência suprema governando a Copa do Mundo.

 Alessandra Colombini é Praticista e Professora de Ciência Cristã.

Da edição de Maio de 2014 dO Arauto da Ciência Cristã,  © 2014 The Christian Science Publishing Society.

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